Saúde

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A doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazonas), Patrícia Puccinelli Orlandi, e o pesquisador do Laboratório de Medicina da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA), Tung Gia Phan, descobriram um novo tipo de vírus que causa diarreia e paralisia flácida temporária nos membros inferiores de crianças de 0 – 5 anos de idade. O vírus também pode causar encefalite e levar a morte.

A partir da análise molecular das fezes de crianças com diarreia, atendidas em prontos-socorros de Manaus, os pesquisadores encontraram, pela primeira vez no Brasil, o vírus do gênero Gemycircularvirus que causa, além da diarreia, paralisia flácida temporária nos membros

Diagnóstico precoce é fundamental para melhorar a vida dos doentes

Avaliação física simples de pacientes idosos com câncer oferece condições para diagnóstico da doença

A caquexia é uma síndrome associada a algumas doenças que causa perda de peso e força muscular, principalmente em idosos com câncer – chega a acometer 85% desses pacientes. Para reverter essa situação, um pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP usou um teste simples para avaliar a atividade física espontâneas desses doentes, por meio do estudo de parâmetros como o tempo sentado/deitado, o tempo em pé, o tempo caminhando e o número de passos dados e ver a sua associação com a caquexia.

Apesar de ser uma consequência de doenças graves e com grande impacto

Pesquisa contribui para criar, no futuro, kits para a detecção da doença

Pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos investigam proteínas e metabólitos envolvidos na doença

A descoberta de proteínas e metabólitos (pequenas moléculas que são produto do metabolismo humano) na urina de pessoas com e sem câncer de bexiga poderá ajudar, no futuro, a detecção precoce da doença. Os estudos estão sendo conduzidos pela pesquisadora Juliana Vieira Alberice, no Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP. “Outros estudos ainda necessitam ser realizados, mas os resultados obtidos até agora indicam que poderemos utilizar essas proteínas e metabólitos como biomarcadores para o câncer de bexiga”, aponta.

Segundo os pesquisadores envolvidos no projeto, “biomarcadores são moléculas que podem ser medidas experimentalmente e indicam a ocorrência

Pesquisadores de várias instituições brasileiras se unem para avaliar pacientes em diferentes estágios de desenvolvimento da doença e, assim, compreender sua evolução

 Pesquisadores de várias instituições brasileiras se unem para avaliar pacientes em diferentes estágios de desenvolvimento da doença e, assim, compreender sua evolução

A esquizofrenia tem sido considerada uma doença do neurodesenvolvimento, ou seja, causada por uma complexa interação de fatores genéticos e ambientais que se inicia ainda na vida intrauterina podendo resultar em alterações na estrutura e no funcionamento do cérebro.

Porém, em geral, os médicos só costumam entrar em contato com portadores dessa doença depois que eles manifestam o primeiro episódio de psicose – o que costuma ocorrer no início da idade adulta, quando praticamente nada mais pode ser feito em termos de prevenção.

Com o objetivo de mudar esse paradigma, um grande

Dia Mundial Sem Tabaco

Com o Dia Mundial Sem Tabaco chegando, é preciso analisar os malefícios que esse hábito traz ao mundo.

O dia 31 de maio foi instituído, em 1987, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o Dia Mundial Sem Tabaco, para alertar sobre as doenças e mortes causadas pelo tabagismo. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva (INCA), órgão do Ministério da Saúde que coordena as ações de prevenção e controle do câncer e Centro Colaborador da OMS para controle do tabaco, é o responsável pela divulgação e comemoração da data de acordo com o tema estabelecido a cada ano pela Organização.

Segundo dados da OMS, todos os anos, cinco

Pré-natal não contempla depressão, ansiedade e violência sofrida pela gestante

Grávidas que vivenciaram violências têm mais chance de ter filhos com retardo de crescimento intrauterino

Projeto da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) acompanhou 900 mulheres grávidas do distrito do Butantã, zona oeste de São Paulo, pertencentes à nova classe C, e constatou que, durante a gestação, 27% sofreram algum tipo de violência (física, psíquica ou sexual), 29% tiveram depressão, 16% ansiedade e 4% dependência de álcool ou drogas. Essas condições estão associadas a uma maior ocorrência de retardo de crescimento intrauterino nos bebês, ou seja, peso e altura abaixo do esperado para a idade gestacional em que o bebê nasceu. “Crianças nascidas nestas condições têm aumentadas as chances de, na vida adulta, apresentarem hipertensão,

Nesta quarta parcela de 2015, serão distribuídas mais de 500 mil unidades farmacêuticas para todos os estados e Distrito Federal. Cada unidade dessas equivale a um comprimido. A programação para 2015 abrange um total de quase 2,5 milhões de comprimidos

O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) inicia mais uma distribuição do mesilato de imatinibe, medicamento usado no tratamento de pacientes com Leucemia Mieloide Crônica (LMC) e Estroma, um tumor gastrointestinal. Nesta quarta parcela de 2015, serão distribuídas 556.590 unidades farmacêuticas para todos os estados e Distrito Federal. Cada unidade dessas equivale a um comprimido. A programação para 2015 abrange um total de quase 2,5 milhões de comprimidos.

De acordo com a pauta enviada pelo

Fiocruz

Em edição diversificada, periódico discute a necessidade de um sistema nacional de vigilância de óbito por tuberculose e as implicações da abertura para o capital estrangeiro proporcionada pela Emenda Constitucional recém-aprovada

O perfil do volume 31, número 4, da revista Cadernos de Saúde Pública está muito interessante. A começar pela tuberculose, que tem no editorial O Brasil precisa de um sistema nacional de vigilância de óbito por tuberculose? a defesa da implementação de sua vigilância nos moldes dos programas bem-sucedidos de vigilância de óbitos infantis, mulheres em idade fértil e causas mal definidas. Já na seção Perspectivas, o editor associado, Mário Scheffer, discute as implicações da abertura para o capital estrangeiro proporcionada pela Emenda

No Brasil, familiares de pacientes com subtipo agressivo apresentam risco de desenvolver a doença, aponta estudo feito no A.C.Camargo Cancer Center

Familiares de pacientes com câncer de mama triplo negativo apresentam risco de desenvolver a doença, aponta estudo feito no A.C.Camargo Cancer Center

Uma parcela significativa dos casos de câncer de mama triplo negativo identificados no Brasil pode ser hereditária. Por isso, os familiares das pacientes diagnosticadas com esse subtipo de câncer de mama muito associado a mutações no gene BRCA1 – como a atriz norte-americana Angelina Jolie recentemente descobriu possuir – apresentam risco de desenvolver a doença.

As constatações são de uma pesquisa feita no Laboratório de Genômica e Biologia Molecular do A.C.Camargo Cancer com apoio da FAPESP.

Resultados do trabalho foram apresentados em uma sessão sobre pesquisas em câncer durante a FAPESP Week UC Davis in

Claudia Codeço é pesquisadora do Programa de Computação Científica (PROCC) da Fiocruz e coordenadora do Info Dengue Rio

Sistema de monitoramento online da dengue desenvolvido pela Fiocruz e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) fornece informações estratégicas em tempo real sobre a doença para a Prefeitura do Rio

Em operação desde o início do ano, o sistema de monitoramento online da dengue desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) vem abastecendo a Prefeitura do Rio de Janeiro de informações estratégicas sobre a evolução da doença em tempo real no município. Mas os pesquisadores envolvidos no projeto querem mais. Já está em negociação com o poder público a inclusão de pelo menos outras duas doenças emergentes, transmitidas pelo mesmo vetor que a dengue: a chikungunya e o Zika vírus.

Pacientes com TOC têm  dificuldades de memória e de funções executivas

Portadores de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) apresentaram comprometimento de alguns circuitos cerebrais

Pesquisa da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) constatou que crianças e adolescentes portadoras de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) apresentam comprometimento de alguns circuitos cerebrais em decorrência da doença. Apesar de esse comprometimento ainda não ter se manifestado no comportamento, outros dados do estudo sugerem que existe a possibilidade de esses pacientes, ao atingirem a vida adulta, apresentarem dificuldades ou déficits ligados à memória e ao agrupamento semântico (evocar em sequência palavras de uma mesma categoria). “Estudos futuros deverão ser feitos para confirmar esta hipótese”, afirma o autor do estudo, o psicólogo Marcelo Camargo Batistuzzo.

Os resultados foram obtidos pelo pesquisador na tese