Saúde

Ferramentas desenvolvidas por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP

Uma série de técnicas para realização de autópsia de modo minimamente invasivo, desenvolvidas por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) nos últimos seis anos, deverá ser empregada para a confirmação de mortes pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) em São Paulo.

Um dos objetivos do uso das ferramentas, baseadas em diagnóstico por imagem e intervenção percutânea – em que se faz uma punção na pele para o acesso aos órgãos internos e tecidos –, é aumentar a segurança dos profissionais de saúde pela redução do contato com os corpos.

“Como esse novo coronavírus adere à superfície de roupas e à parte externa do corpo, é preciso tomar uma série de cuidados de

Os cientistas trabalham em um laboratório de nível 2 de bio-segurança no Instituto Rega de Pesquisa Médica

Conheça os sintomas, as formas de transmissão e saiba como se prevenir

A cada dia novos casos de Covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, se confirmam no mundo. Até a tarde desta quinta-feira (12), o Brasil registrava 77 casos confirmados da doença e monitorava 1.422 situações suspeitas. Outros 1.163 casos já foram descartados.

Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto de coronavírus como uma pandemia. O termo é utilizado quando uma epidemia – grande surto que afeta uma região – se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa. Atualmente, há mais de 115 países com casos declarados da infecção.

Agência Brasil reuniu as principais dúvidas e perguntas sobre a Covid-19. Veja o que se sabe sobre a pandemia e

Castelo Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai enviar uma equipe de profissionais a países lusófonos da África para ajudar a organizar a resposta à pandemia do novo coronavírus. A cooperação se dá a partir de um pedido do escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) na África, que chegou à Fiocruz no último domingo (15/3). 

Segundo o diretor do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fiocruz, Paulo Buss, os profissionais brasileiros atuarão em parceria com portugueses para difundir informações e inovações sobre a doença e preparar equipes locais para a resposta em diferentes níveis, como atenção básica, educação em saúde e atendimento a casos graves.

"Vamos, com Portugal, para ajudar no esforço de países muito

VLP conjugada ao antigeno

Pesquisadores do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) estão desenvolvendo uma vacina contra o coronavírus da síndrome respiratória aguda grave, o Sars-CoV-2.

Por meio de uma estratégia diferente das adotadas por indústrias farmacêuticas e grupos de pesquisa em diversos países, os cientistas brasileiros esperam acelerar o desenvolvimento e conseguir chegar, nos próximos meses, a uma candidata a vacina contra o novo coronavírus que possa ser testada em animais.

“Acreditamos que a estratégia que estamos empregando para participar desse esforço mundial para desenvolver uma candidata a vacina contra a Covid-19 é muito promissora e poderá induzir uma resposta imunológica melhor do que a de

busca por novos medicamentos

Um consórcio internacional foi criado para apoiar a busca por novos medicamentos contra doença de Chagas, leishmaniose visceral e malária. A iniciativa, liderada por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade de São Paulo (USP), será financiada pela FAPESP e pelas organizações sem fins lucrativos Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDi) e Medicines for Malaria Venture (MMV), no âmbito do Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE).

A iniciativa terá duração de cinco anos e receberá, nesse período, investimentos de R$ 43,5 milhões. A Fundação fará um aporte de R$ 7,8 milhões. Outros R$ 12,8 milhões serão investidos por DNDi e MMV. A Unicamp e a USP

amamentação

Confira na íntegra nota da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano da Fiocruz:

"Baseada em discussões técnicas realizadas com profissionais do Ministério da Saúde do Brasil, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP); do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), do Instituto de Medicina Integrada Professor Fernando Figueira (IMIP); do Instituto de Saúde de São Paulo (IS-SP); da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (Abenfo) e da Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar/International Baby Food Action Network (IBFAN), 

a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano da Fiocruz, considerando que:

- A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta a manutenção da amamentação por falta de

Aids

O número de pessoas infectadas pelo HIV vem diminuindo em escala global, assim como o número de mortes causadas pela Aids. Mas, segundo as estatísticas oficiais, essa redução ocorre de maneira desigual entre diferentes países e também entre diferentes segmentos sociais. Em adolescentes, por exemplo, o risco de contrair a infecção tem crescido significativamente nos últimos anos.

“Estamos longe do fim da Aids. Esse discurso de que estamos por vencer a doença é contraprodutivo, pois nos distrai de uma dura realidade”, disse Vera Paiva, uma das coordenadoras do Núcleo de Estudos para a Prevenção da Aids na Universidade de São Paulo (Nepaids-USP), em palestra na FAPESP Week France, entre os dias 21 e 27 de

programa brasileiro de HIV/Aids

Com uma atuação marcada por quebra de patentes, distribuição de medicamentos e combate à homofobia, o Brasil se consolidou como referência internacional em políticas públicas de enfrentamento à epidemia de HIV/Aids ao longo dos anos 1990 e 2000. Essa trajetória foi analisada pelos historiadores Marcos Cueto e Gabriel Lopes, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), no artigo Aids, Antiretrovirals, Brazil and the International Politics of Global Health, 1996–2008, publicado na revista Social History of Medicine (Oxford University Press), que destaca o protagonismo do país na política global da Aids em meados dos anos 1990 até a primeira década do século 21.

No mês em que se celebra o Dia Internacional de Luta Contra a Aids, em 1º

Plano de Contingência

A partir desta terça-feira (17/3), a Fiocruz institui um regime especial de funcionamento com o objetivo de garantir a proteção dos trabalhadores, estabelecer condições de trabalho para os envolvidos nas atividades essenciais voltadas para o enfrentamento da pandemia da doença causada pelo SARS-CoV-2 e contribuir para as medidas de segurança que vêm sendo determinadas pelas autoridades sanitárias. Para isso, já nesta quarta-feira (18/3), a instituição passará a adotar um esquema de rodízio, intercalando atividades remotas (trabalho em casa) e presenciais, de modo a reduzir a circulação de pessoas no ambiente de trabalho convencional e o deslocamento pela cidade.

As novas medidas, bem como ações de proteção a pessoas que se enquadram no grupo de risco para a

infecções em hospitais no Brasil

O fisico Thomas Nogueira Vilches mapeou doenças e infecções em mais de 6 mil hospitais no Brasil em sua tese de doutorado “Epidemiologia Matemática em Redes Complexas”, pelo Instituto de Biociências (IBB) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu.

Com apoio da FAPESP e coordenação da professora Cláudia Pio Ferreira (IBB-Unesp), o estudo usou modelos matemáticos e computacionais, considerando tamanho e localização de cada unidade.

Assim, foi possível criar uma rede para representar as relações de transferência de pacientes entre os hospitais. Além das infecções hospitalares, a pesquisa também cruza dados sobre outras doenças como influenza, dengue e zika.

A qualidade do trabalho fez com que Vilches recebesse Menção Honrosa no prêmio “Odelar Leite Linhares”

Wolbachia

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, participou nesta segunda-feira (2/12) da liberação dos chamados mosquitos do “bem” em Niterói (RJ). A tecnologia já se mostrou promissora no combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, zika e chikungunya). Nos primeiros resultados, os insetos infectados com a bactéria Wolbachia reduziram em 75% os casos de chikungunya, em 33 bairros da região. A tecnologia inibe a transmissão de doenças que atingem o ser humano. A ação acontece na Clínica Comunitária da Família, Dr. Antônio Peçanha, em Niterói. Também participaram da ação o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira; a presidente da Fiocruz, Nisia Trindade; a secretária de Saúde de Niterói, Maria Célia; e o pesquisador da Fiocruz e líder