Fisioterapia

Joseph Pilates

Em 2005, a melhor idade correspondia a apenas 9,8% da população brasileira. Dez anos mais tarde, a fatia da população com 60 anos ou mais cresceu para 14,3%, segundo apontou o estudo Síntese de Indicadores Sociais (SIS): uma análise das condições de vida da população brasileira 2016.

Não há dúvida de que os idosos estão aí e, cada vez mais, descobrindo as suas potencialidades e investindo em qualidade de vida. Para esse grupo, ter bom condicionamento torna-se mais e mais importante não só porque ajuda a reduzir o risco de doenças ligadas ao sedentarismo, como também porque a atividade física é capaz de promover ganhos no dia a dia, como conseguir subir uma escada sem dores, pegar uma panela que está no alto, levantar uma sacola pesada do chão, entre outras.

O Pilates é uma das melhores alternativas para a terceira idade, por vários motivos. Veja só:

1. Menos impacto – Segundo a fisioterapeuta Ana Carolina Dutra, cofundadora da Clínica Vitalitè, o Pilates é perfeito para idosos porque não traz impacto ao corpo. “Ele também não traz desgaste às articulações.” Mesmo para pessoas que estão há um tempo sem se exercitar, o Pilates é uma ótima maneira de recomeçar um programa de exercícios.

2. Reduz o risco de quedas – O Pilates trabalha fundamentalmente com respiração, postura, equilíbrio. “É sabido que o equilíbrio e a coordenação são capacidades físicas que são perdidas com o envelhecimento, o que aumenta as chances de quedas”, diz Ana Carolina. A imensa maioria dos exercícios foca em movimentos que partem da região central do corpo (o core), o que também reduz o risco de lesões.

3. Melhora a flexibilidade – A pouca mobilidade e a falta de flexibilidade talvez sejam os fatores que mais trazem impacto no dia a dia do idoso. “Flexibilidade e mobilidade ajudam a trazer independência e permitem um número maior de movimentos sem tanta restrição.” O Pilates promove flexibilidade por meio do aumento da amplitude de movimentos.

4. Melhora da postura – Um dos focos do Pilates é o fortalecimento do core, o chamado centro de força do corpo, essencial para que se tenha uma melhor postura, algo que falta a muitos idosos.

5. Ferramenta terapêutica – O Pilates também é uma excelente ferramenta terapêutica para pessoas com osteoartrite e osteoporose – desde que, claro, em casos mais leves. Pacientes com Parkinson também podem se beneficiar, pois a prática, quando feita com regularidade, ajuda a reduzir a rigidez muscular típica desses pacientes.

Reabilitacao fisioterapia

Condições da fisioterapia e seus profissionais no Brasil são temas de artigos em destaque na edição

Fisioterapia e Pesquisa, publicação trimestral da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) , acaba de lançar seu novo número (volume 24, número 3, 2017).

Fisioterapia e Pesquisa

De periodicidade trimestral, a revista divulga a produção científica da área da fisioterapia e outras da saúde desde 1994

Publicação vinculada à USP, a revista Fisioterapia e Pesquisa acaba de ter uma nova edição publicada (volume 24, número 1, 2017)

Professora Maria Ines Krook

Neste ano, o Programa de Fonoterapia Intensiva recebeu pesquisadores da maior instituição norte-americana na área

No último dia 23 de março, foi concluída mais uma edição do Programa de Fonoterapia Intensiva (PFI), uma parceria entre o Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) e a Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) da USP.

radiografia

Contribuições trazidas pela publicação apresentam panorama variado das práticas na área

A Revista Fisioterapia e Pesquisa, publicação da Faculdade de Medicina da USP, acaba de publicar seu novo número (volume 24, número 2, 2017).

Fisioterapia e Pesquisa

Publicação trimestral traz editorial sobre “o papel do fisioterapeuta na inclusão escolar na educação infantil”

Publicação vinculada à USP, a revista Fisioterapia e Pesquisa acaba de ter uma nova edição publicada (volume 23, número 4, 2016)

Revista de Terapia Ocupaciona

Publicação quadrimestral da Faculdade de Medicina traz trabalhos inéditos da área

A Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, editada pelo Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), publicou uma nova edição (volume 27, número 3, 2016)

fisioterapia

Publicação quadrimestral apresenta diferentes contribuições atuais aos vários ramos da Terapia Ocupacional

O Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da USP acaba de publicar o novo número da Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo (volume 28, número 1, 2017).

Fisioterapia

Programas de bem estar e qualidade de vida trazem benefícios para o funcionário e melhoram o rendimento

Está comprovado que a qualidade de vida do trabalhador está ligada ao fato de ter sua saúde em dia. A preocupação com a fisioterapia no trabalho vem crescendo entre as empresas, buscando proporcionar a esses funcionários uma melhor qualidade de vida e ajudando a aumentar seu rendimento. O objetivo é prevenir, resgatar e manter a saúde do trabalhador. Dentre as atividades mais comuns estão a ergonomia, atividade física laboral, assim como outras trabalhadas pelos fisioterapeutas.

Ana Gil

Só quem sofre com a tensão neural sabe como ela causa problemas nas mais simples tarefas do dia a dia. A sensação de queimação, de choque, ardência, dormência e dor, além de alterações na força muscular, fazem com que simples atividades do cotidiano pareçam uma verdadeira tortura. Pensando em uma forma de tratar esse problema, anos de estudo levaram à criação de uma técnica terapêutica chamada mobilização neural ou neurodinâmica.