Arquitetura

habitação popular na AL

Comparada às políticas de habitação popular adotadas por Brasil, Colômbia e México nas últimas décadas, a da Venezuela, implantada após a eleição de Hugo Chávez (1954-2013), foi a que se mostrou mais eficiente, ao realizar quase uma “reforma agrária urbana” que evita o banimento da população de baixa renda para as periferias, e que realiza também a criação de conjuntos habitacionais que buscam ser sustentáveis e criar novos núcleos urbanos, diz a pesquisadora Beatriz Mioto, autora da tese de doutorado “As políticas habitacionais no subdesenvolvimento: os casos do Brasil, Colômbia, México e Venezuela (1980/2013)”, defendida no Instituto de Economia (IE) da Unicamp e orientada pelo professor Wilson Cano.

“É engraçado dizer isso”, disse Beatriz,

A orientadora do trabalho Silvia Mikami e Tainá Ceccato

Uma casinha abandonada na Rua Ferreira Penteado, em Campinas, pode se transformar em um jardim de esculturas, com restaurante e galeria de arte. A Estação Cultura, além de eventos culturais, abrigaria um grande parque esportivo. Terrenos baldios, praças, casas, pontes, qualquer lugar “esquecido” que estivesse localizado no Centro, Vila Industrial, Jardim Chapadão, Botafogo/Bonfim ou Cambuí, poderia fazer parte de uma rede que se conecta, se expande ou diminui, conforme as decisões e usos que a população ajudar a escolher. As ideias que vão ao encontro das propostas de revitalização do centro, fazem parte do trabalho final de graduação da aluna Tainá Ceccato, do curso de Arquitetura da Unicamp.

Tainá fez o trabalho com a

Benefícios foram constatados por usuários dos espaços

Implantação de áreas verdes visa tornar ambiente hospitalar mais humanizado e menos estressante

Com o objetivo de divulgar a importância da implantação de áreas verdes em unidades hospitalares, tornando o ambiente mais humanizado e menos estressante, a arquiteta e urbanista Léa Yamaguchi Dobbert realizou pesquisa no Programa de Pós-graduação (PPG) em Recursos Florestais, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba.  Orientada pelo professor do Departamento de Ciências Florestais, Demóstenes Ferreira da Silva Filho, Léa propôs à direção do Santa Casa de Valinhos (interior de São Paulo), a recuperação do local por meio da implantação de componentes arbóreos e vegetação, requalificando as áreas livres existentes entre as alas de internação.

Obras com participação de alemães impulsionaram desenvolvimento de São Paulo

No século XIX, artífices e engenheiros executaram grandes obras e planejaram desenvolvimento da cidade

Entre 1850 e 1860, imigrantes alemães tiveram grande atuação na construção civil em São Paulo, construindo uma série de obras públicas e privadas que impulsionaram o desenvolvimento da cidade. A pesquisa da arquiteta Adriane Acosta Baldin sobre o trabalho dos artífices e engenheiros vindos dos estados alemães é descrita em tese de doutorado apresentada na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, publicada em livro. A influência alemã se fez presente não apenas no trabalho especializado e em novas técnicas construtivas, entre as quais o uso do tijolo, mas também na evolução urbana, como a instalação de cemitérios, mercado público, matadouro e as propostas para abastecimento de

Vale da Fé

Arquitetura religiosa e urbanismo do Vale do Paraíba são tema da revista Unesp Ciência

O dramaturgo norueguês Ibsen (1828 – 1906) disse que “a beleza é o acordo entre o conteúdo e a forma”. Esse é o mote da matéria de capa da revista Unesp Ciência deste mês, que enfoca a Arte Sacra que caracteriza o Vale do Paraíba, em São Paulo, SP, conhecido como o Vale da Fé. Trata-se de uma jornada pela arquitetura religiosa e o urbanismo da região, a partir de livro do professor Percival Tirapeli, do Instituto de Artes, sediado na Capital paulista.

Antes de chegar nessa reportagem, o leitor pode conhecer a caminhada de José Ribeiro Júnior, hoje com