Poesia e Literatura

Um piano nas barricadas

Livro do escritor Marcello Tari marcou época ao contar a história do movimento Autonomia Operária, na Itália dos anos 1970.

As imagens de estudantes em confronto com a polícia em maio de 1968, na França, correram mundo e influenciaram pessoas e movimentos. Porém, no começo dos anos 1970, na Itália, um movimento tão importante quanto despontou: o “Autonomia Operária”. Tinha visão inovadora e na pauta de discussões e debates sobre a multiplicidade dos feminismos e questões ligadas gays. É justamente essa história - publicada pela primeira vez no Brasil –  que conta o livro “Um piano nas barricadas”, de Marcello Tari, uma coedição das editoras GLAC e N-1. O lançamento  acontece no próximo domingo, dia 15

minhocas

Livro destaca a importância da ecotoxicologia e métodos de pesquisa

Nesta quinta-feira, 05/12, quando é celebrado o Dia Mundial do Solo, a Embrapa disponibiliza o livro “Ecotoxicologia Terrestre: métodos e aplicações dos ensaios em oligoquetas”. A publicação é pioneira nesta área e traz uma descrição detalhada do uso de oligoquetas, como as minhocas e os enquitreídeos, como indicadoras da qualidade solo e organismos-teste para a avaliação dos efeitos de diversos contaminantes como agrotóxicos ou metais pesados e até insumos agropecuários no solo. 

Assim como outros organismos, as minhocas são utilizadas na avaliação do grau de periculosidade ambiental de produtos agrícolas exigida para o registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os mesmos métodos também podem

revista científica Trabalho, Educação e Saúde

Já está online a primeira edição de 2020 da revista científica Trabalho, Educação e Saúde (vol. 18, número 1), editada pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz). A pergunta que fazemos neste texto (Até quando adotaremos classificações que pouco contribuem para avaliar a qualidade da produção de conhecimento no Brasil?), é o arremate do editorial Contribuições ao debate sobre a avaliação da produção científica no Brasil, assinado pelas sete revistas científicas da Fiocruz. Nele, questiona-se a decisão da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) de estabelecer novos critérios para classificar revistas científicas no Qualis Periódicos. A metodologia propõe uma única clas¬sificação de referência para os periódicos, o Qualis Único, com base no uso

crítica de cinema no Brasil

O semanário Opinião foi uma publicação alternativa que circulou nas principais cidades brasileiras de outubro de 1972 a abril de 1977. Expressando os pontos de vista heterogêneos de uma frente ampla de jornalistas e intelectuais que se opunham à ditadura militar, o semanário foi criado por iniciativa do empresário Fernando Gasparian (1930-2006) e teve como editor-chefe o jornalista Raimundo Rodrigues Pereira (nascido em 1940).

Os dois trabalharam juntos até meados de 1975, quando, devido a divergências, Pereira e a maioria da equipe jornalística se afastaram do Opinião para criar o semanário Movimento, de perfil oposicionista mais acentuado. O Movimento circulou regularmente até 1980 e deixou de existir em 1981.

Alguns dos principais intelectuais atuantes no

livro Ponto de Partilha

Lançamento acontece na próxima sexta-feira, 08 de novembro, às 19h, no Instituto Caleidos, na Lapa, zona oeste de São Paulo.

Na próxima sexta-feira, dia 08 de novembro, às 19h, o escritor paulistano Fábio Brazil lança o livro Ponto de Partilha, reunião de poemas em comemoração de seus 30 anos de trabalho como poeta. O lançamento acontece no Instituto Caleidos, na Lapa, zona oeste de São Paulo, com entrada gratuita.

O livro Ponto de Partilha reúne poemas pouco conhecidos da trajetória de poesia de Fábio Brazil nos últimos 30 anos. Conhecido por seu trabalho que traz a poesia como foco da dramaturgia para dança contemporânea, ao lado de Isabel Marques, no Caleidos Cia; e também por

Como plumas ao vento - Comme des plumes au vent

Evill Rebouças, dramaturgo que ao longo da sua trajetória recebeu várias indicações e prêmios, entre eles, o APCA e o Shell, lança o livro Como plumas ao vento - Comme des plumes au vent, publicação em português e francês no mesmo exemplar, e que aborda o lugar de (não) pertencimento em relação a refugiados. O evento acontece no dia 7 de dezembro, sábado, na SP Escola de Teatro, às 18 horas.

A peça de teatro ora publicada no livro foi criada a partir de duas experiências de pesquisas do dramaturgo. A primeira delas ocorreu, em 2016, quando Evill Rebouças recebeu convite para escrever uma peça de teatro na sede da companhia francesa Nie Wiem - um galpão

Jorge Moreira

O escritor Jorge Alexandre Moreira lança seu segundo romance, o livro de terror “Numezu” (Editora Monomito), dia 7 de novembro, quarta-feira, no Castelinho do Flamengo, a partir das 18h. O autor é considerado uma aposta do mercado editorial do gênero - seu romance de estreia, "Escuridão", foi eleito pelos sites especializados, Biblioteca do Terror e Acervo do Leitor, como um dos melhores livros de terror já publicados no Brasil.

“Numezu” narra a história do casal Laura e Raoul que, numa tentativa de salvar o casamento, sai de férias num passeio de veleiro. Raoul volta de um mergulho trazendo uma estranha e antiga estátua que começa a ter influências maléficas sobre ele. Enquanto isso, em terra, Gaspard,

soluções sustentáveis para a agricultura

A agroquímica sustentável e as principais abordagens científicas e tecnológicas que podem ser aplicadas à agricultura atual são destacadas no livro Sustainable Agrochemistry – A Compendium of Technologies (Springer Nature, 2019).

A obra foi editada por Sílvio Vaz Júnior, pesquisador da unidade Agroenergia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Brasília, e conta com a participação de especialistas de várias instituições científicas do Brasil e do exterior.

Composto por 12 capítulos, o livro apresenta uma ampla relação de tecnologias para a agroquímica sustentável; por exemplo: semioquímicos para o manejo integrado de pragas, nanotecnologia para liberação lenta de agroquímicos ambientalmente amigáveis e princípios de química verde para a agricultura.

O livro teve a participação de

Agenda Laranja sobre literatura

Ser escritor nem sempre foi uma tarefa fácil, mas ser escritora é ainda mais difícil. Mesmo sem o reconhecimento que autores homens têm recebido, as mulheres também integram o mundo da literatura, não só como leitoras, mas como escritoras. Nas últimas décadas, a literatura feita por mulheres ganhou maior visibilidade por construir narrativas com elemento das temáticas: gênero, sexualidade, trabalho, racismo, cotidiano e cuidado. Por esse motivo, a 18° sessão da Agenda Laranja do Instituto Nacional de Saúde da Mulher da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) teve como objetivo refletir sobre a Literatura como campo de empoderamento de mulheres e meninas.

O encontro aconteceu (29/10) no Auditório A do Centro de Estudos Olinto de

Satori

No dia 8 de novembro, sexta, o poeta Horácio Costa autografa seu livro Satori na Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, às 19 horas. Trata-se de uma reedição, lançada em abril pela editora O Sexo da Palavra, que comemora os 30 anos da obra.

A sessão de autógrafos acontece antes da apresentação do espetáculo A Paixão do Vazio, com Helder Mariani, em cartaz no espaço, cujo texto traz poemas da publicação.

Satori foi lançado, originalmente, em 1989. O relançamento comemorativo vem no formato de box com três livros. O primeiro, Satori - ou livro-branco -, com os poemas do autor, da forma como foi editado originalmente, vem dividido em três blocos: O

livro Mosaico – vidas em reinvenção

Há vinte anos, a médica pediatra do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Roberta Tanabe vem se dedicando ao cuidado de crianças que vivem longamente internadas devido à gravidade de suas condições crônicas de saúde. O livro Mosaico – vidas em reinvenção, a ser lançado nesta quarta-feira (30/10) pela Editora Texto Território, traduz em palavras essa experiência inquietante e potencialmente transformadora. Dividida em três partes, cada uma delas correspondendo a uma das vozes que compõem a cena – crianças, famílias e profissionais de saúde -, a obra tem como proposta apresentar uma perspectiva caleidoscópica do cuidado, possibilitando o deslocamento entre essas diferentes posições e a própria ressignificação