Dança

Projeto traz o tango dançado em baile à Funarte SP

A Ocupação Interlocuções Poéticas dá início nesta segunda-feira, 19 outubro, a uma série de atividades de qualificação em uma dança consagrada por sua beleza, energia, ritmo e paixão: o tango. Mas o interesse do projeto, segundo seus coordenadores, não é exatamente a coreografia que se vê em espetáculos. Para além disso, é o baile de tango – ou Milonga – onde as pessoas se encontram para realmente viver a dança, no lugar onde ela se concretiza.

Para participar desta experiência, que recebe o nome de Tango na Funarte, não é preciso se inscrever ou ter algum conhecimento sobre a modalidade. Na abertura do ciclo, dia 19, a Sala Renée Gumiel abriga a mesa-redonda Tango

Nada Pode Tudo

O ecletismo literário da poeta Alice Ruiz faz-se presente desde seus livros até as composições musicais eternizadas por importantes vozes, como Itamar Assumpção e Arnaldo Antunes, Zélia Duncan, Adriana Calcanhoto, entre outros. A força poética que recheia suas palavras, pela primeira vez, salta do papel para o palco através do novo trabalho da coreógrafa e bailarina Jussara Miller. A artista contaminou-se pela energia literária da poeta brasileira para ganhar novos contornos e perspectivas dramatúrgicas em sua dança. Nasceu então o espetáculo “NADA PODE TUDO”, livremente inspirado na obra de Alice Ruiz, que faz curta temporada no Teatro Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa, 153), entre 22 e 25 de outubro, de quinta a sábado às 20h

Bailarinos

Seja clássica ou moderna,  o balé é um dos estilos que mais capacita, em termos musculares, um profissional da dança, além de trabalhar diversos grupamentos  musculares.

Entretanto, são justamente os bailarinos que mais se machucam em aula, seja devido a traumas e entorses, sobrecarga física e corporal e a dura rotina de ensaios e apresentações. Muito embora a dor seja grande, é comum não seguirem as recomendações médicas. Isso ocorre porque o conselho nos casos de lesões, geralmente, é sempre o mesmo: largar a dança, mesmo que por um curto período de tempo.

Segundo Dr. Daniel Ramallo, do Instituto Nacional de Ortopedia e Trauma ortopedia (INTO-RJ), uma das regiões mais atingidas nos atletas da

Espetáculo “Entre o Céu e as Serras”.

A partir desta quarta-feira, dia 5 de agosto, no Recife (PE), tem início a 12ª Mostra Brasileira de Dança. Com apoio da Fundação Nacional de Artes (Funarte), o evento reúne espetáculos e coreografias a preços populares, além de atividades formativas gratuitas. Na abertura estará a Cia. de Dança Palácio das Artes, de Minas Gerais, com o espetáculo “Entre o Céu e as Serras”, às 20h, e na quinta-feira, às 20h30, no Teatro de Santa Isabel, no bairro de Santo Antônio. O evento segue até o dia 15 de agosto com programação diária.

Ao todo, atrações de nove estados brasileiros (PE, MG, SP, RJ, MS, PR, AM, BA e DF) foram convocadas e a Mostra

"Anseio"

Como parte das comemorações de seus 20 anos, a Companhia de Danças de Diadema apresenta, no Teatro Sérgio Cardoso, o espetáculo Anseio, entre os dias 6 e 9 de agosto, de quinta a sábado, às 20 horas, e domingo, às 19 horas.

Com direção geral de Ana Bottosso, o espetáculo tem coreografia assinada por Claudia Palma. No elenco estão os bailarinos Carolini Piovani, Daniele Santos, Danielle Rodrigues, Elton de Souza, Fernando Gomes, Jean Válber, Rafael Abreu, Thaís Lima, Ton Carbones e Zezinho Alves, além da própria diretora e coreógrafa da companhia Ana Bottosso.

O espetáculo busca, por meio da poética da dança, o mergulho profundo em um universo de imagens densas, carregadas de memórias

Magic Five traz "Fábrica de Bonecos" ao Arena.

Coreografia "Fábrica de Bonecos" traça uma narrativa de mistério e suspense

A dança urbana (street dance) vai tomar conta do Teatro de Arena Eugênio Kusnet neste fim de semana, de 18 a 20 de setembro. É que o grupo paulistano Magic Five junta-se, nestes três dias, à Ocupação Arena Urbana Bartolomeu, para apresentar seu espetáculo de estreia, Fábrica de Bonecos.

Lançada em novembro de 2014, a peça é a primeira produção profissional do Magic Five. A coreografia foi criada por Edgar Matheus no gênero musical dubstep, e traz uma narrativa de suspense. Os dançarinos Caio Reis, Douglas Xavier, Edgar Matheus, Jonathan Santos, Leandro da Oliveira e Luiz Carloto interpretam a história de um habilidoso

“Suave” – Ocupa Cacilda!, no Teatro Cacilda Becker

Palco da dança no Rio de Janeiro, Teatro Cacilda Becker recebe projeto que promove espetáculos a preços populares ao longo de onze semanas

A partir desta quarta, 5 de agosto, o Teatro Cacilda Becker, no Rio (RJ) recebe o ‘Ocupa Cacilda!’, projeto artístico de dança que reúne atividades e espetáculos diversificados. De quarta a domingo, até 18 de outubro, a ocupação coletiva, idealizada por Julia Baker, Rafael Fernandes e Renata Pimenta, traz aos palcos do teatro não apenas espetáculos, mas discussões, conversas e convocatórias em torno da dança social. Que Se Funk, com o grupo Jovens de Periferia Companhia de Dança, abre a programação, na sexta, dia 7, às 20h. O espetáculo, que tem mais

“Corda Bamba” – Foto: Tete Silva – Criollo Companhia de Dança

Espetáculo de dança foca nas dificuldades do trabalho artístico enfrentadas pelos profissionais da arte

O espetáculo Corda Bamba faz três apresentações, neste fim de semana, de 24 a 26 de julho (sexta a domingo), no Teatro Cacilda Becker, Zona Sul do Rio (RJ). Durante 50 minutos, os dançarinos Eugenia Frattini e Moises Ferreira Dias transportam para o palco o desafio que é superar as adversidades do ofício. As apresentações são em horários diferentes: 20h, sexta e sábado e 19h, no domingo.

A coreografia de Corda Bamba retrata algumas das dificuldades porque passam os artistas, entrelaçando suas histórias, desventuras, alegrias, além de situações de desconforto que se deparam no exercício da profissão.

Ficha técnica:
Direção: Filipe

Anamaria Fernandes Viana

A pessoa dita autista não somente tem a possibilidade concreta e o direito de realizar uma prática artística, como tem muito a ensinar nesse aspecto. A afirmação é da bailarina e coreógrafa Anamaria Fernandes Viana, que defendeu recentemente a tese de doutorado intitulada “Dança e autismo, espaços de encontro”. O trabalho rendeu à autora um duplo diploma, visto que a pesquisa foi desenvolvida em cotutela pela Unicamp e Université Rennes 2, da França. As orientadoras do estudo foram as professoras Marcia Strazzacappa, da Faculdade de Educação (FE), e Christiane Page, da instituição francesa.

De acordo com Anamaria, a tese é resultado de uma longa experiência prática desenvolvida por ela na França, país no qual

Fac-símile do livro Teatro Hip Hop, de Roberta Estrela D'Alva. Editora Perspectiva

Com muita procura, oficina terá novas vagas

O grande número de estudantes e pesquisadores interessados em participar da oficina Encontros na Pista – Teatro Hip Hop levou o Grupo Bartolomeu de Depoimentos a decidir, nesta segunda-feira (3), pela reabertura das inscrições por mais algumas horas. Quem quiser participar, pode fazer sua inscrição até as 16h desta terça-feira, 4 de agosto.

A oficina terá como facilitadora a slammer, atriz-MC e performer Luaa Gabanini, cofundadora do Núcleo Bartolomeu, e está marcada para os dias 5, 12 e 19 de agosto, no Teatro de Arena Eugênio Kusnet.

Focados na linguagem hip hop no universo teatral, os encontros propõem oferecer uma vivência em dança que explore as possibilidades

Breaking

Professora comenta sobre a história do breaking, e lista motivos para praticar essa modalidade.

O começo do estilo de dança conhecido como breaking tem algumas divergências entre que o estuda, mas a maioria dos estudiosos acreditam que ele surgiu na metade dos anos 70 no bairro Bronx, em Nova York, nos EUA. O termo "Break" vem da música que os DJs tocavam nas festas de rua e que tinham diversas fontes de inspiração, como o soul, funk, jazz e músicas latinas.

O trecho denominado como break é o de maior impacto na música, sendo este o momento em que as pessoas entravam na roda para dançar. Segundo Ingrid Teles, que é bailarina desde os