Tecnologia

protetores faciais

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) produziu com impressão 3D aproximadamente 50 protetores faciais tipo faceshield e os entregou ao Hospital Universitário (HU) de São Carlos (SP).

Os protetores foram aprovados pelo hospital e já estão sendo utilizados pelos profissionais da saúde. Esses protetores são equipamentos complementares de proteção individual.

“O novo coronavírus é um vírus de alto contágio e transmitido por via aérea. O uso das faceshields, associados aos demais EPIs [máscaras, luvas e vestimentas de proteção], contribuirá para a manutenção de profissionais saudáveis e, também, para evitar a transmissão do vírus aos seus familiares e contatos próximos", afirmou em entrevista para a Coordenadoria de Comunicação Social da UFSCar a médica e gerente

suinocultura

Com a pandemia que o mundo está vivendo com a COVID-19, muitos produtores têm se questionado sobre o impacto do vírus na produção animal. Por isso, pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves (Concórdia/SC) prepararam duas Instrução Técnicas, uma para a avicultores e outra para suinocultores, com o objetivo de esclarecer sobre a doença COVID-19 e essas duas áreas de produção intensa no Brasil, que garantem o abastecimento de proteína animal no país, além de gerar e preservar postos de trabalho em toda a cadeia produtiva. “A pandemia de COVID-19 não impede o prosseguimento das atividades avícola e suinícola. As pessoas estão tendo que adotar novos hábitos e cuidados que são eficazes em prevenir a propagação

Escudos faciais

Diante da pandemia de Covid-19, um dos problemas que vêm sendo enfrentados pelo sistema de saúde é a falta de equipamentos de proteção individual (EPI’s), usados pelas pessoas que estão na linha de frente de combate à doença, como médicos e enfermeiros. Para contribuir com a superação desse obstáculo, um grupo de profissionais que trabalha com a impressão 3D, em Belo Horizonte, está usando essa tecnologia para produzir protetores faciais. A equipe que atua na Plataforma de Impressão 3D da Fiocruz Minas aderiu à iniciativa e está fornecendo uma das partes que compõem a peça.

“A ideia de nos unirmos à causa veio a partir da solicitação de uma iniciativa coordenada pela Trem Maker –

Fórum Regional de Inteligência Artificial da América Latina e do Caribe

Oito Centros de Pesquisa Aplicada (CPA) em Inteligência Artificial (IA) serão criados no país por meio de uma cooperação entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC), a FAPESP e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI). O acordo de cooperação foi anunciado pelo ministro Marcos Pontes durante a cerimônia de abertura do Fórum Regional de Inteligência Artificial da América Latina e do Caribe, realizada na Cidade Universitária da Universidade de São Paulo (USP), em 12 de dezembro de 2019.

Os CPAs se dedicarão ao desenvolvimento de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação, aplicadas e orientadas à resolução de problemas que possam ser resolvidas por meio de Inteligência Artificial.

Os quatro primeiros

Cientistas paulistas e mexicanos

O combate a doenças transmitidas por mosquitos – como dengue, febre amarela, zika e chikungunya – é um tema que mobiliza pesquisadores do meio acadêmico e também de empresas. No Brasil e no México, países onde essas arboviroses têm alta incidência, produtos inovadores estão sendo desenvolvidos para combater o Aedes aegypti.

Alguns desses projetos foram apresentados durante um workshop promovido pela FAPESP e pelo International Development Research Centre (IRDC), instituição mantida pelo governo canadense que apoia pesquisas em países em desenvolvimento.

“Esse encontro possibilitou um intercâmbio entre empresas e pesquisadores apoiados pela FAPESP, em São Paulo, e pelo IDRC, no México. Para nós, é de alta prioridade o desenvolvimento de parcerias com fundações e agências

Estrutura da molécula Mn0.5Zn0.5Cr2O4

Espinélios são óxidos com fórmulas químicas do tipo AB2O4, em que A é um cátion (íon positivo) metálico bivalente; B, um cátion metálico trivalente; e O, o oxigênio. Devido à configuração espacial da molécula, os espinélios são valorizados pela beleza. Mas, além da aparência, espinélios nos quais o cátion trivalente B é constituído pelo elemento crômio (Cr) têm despertado grande interesse por outro motivo: apresentam propriedades magnéticas com grande potencial de aplicação tecnológica – de sensores de gases a portadores de drogas, de mídias para armazenamento de dados a componentes de sistemas de telecomunicações.

Um estudo realizado por pesquisadores brasileiros e indianos investigou um tipo peculiar de espinélio: o cromito de manganês dopado com zinco.

aços feitos por impressão 3D

A manufatura aditiva do aço, também conhecida como impressão 3D, é vista como uma alternativa promissora para a indústria aeroespacial, pois permite criar peças customizadas em formatos complexos. Entretanto, sua aplicação prática ainda é desafiadora, pois a microestrutura do aço obtido por essa tecnologia é diferente daquela resultante da fabricação tradicional, o que pode comprometer as propriedades mecânicas do material.

Em artigo publicado no periódico Additive Manufacturing, pesquisadores brasileiros mostraram ser possível manipular as propriedades de um tipo de aço produzido por manufatura aditiva com tratamentos térmicos. O estudo, apoiado pela FAPESP, foi conduzido no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas.

O aço

minerais magnéticos

Pesquisadores das universidades federais de São Paulo (Unifesp) e de São Carlos (UFSCar) estão desenvolvendo materiais magnéticos que poderão auxiliar na remoção de petróleo cru da superfície da água em casos de derramamentos como o que atingiu as praias do litoral brasileiro este ano.

Em testes de laboratório, esses materiais híbridos – compostos por partículas ferromagnéticas em escala nanométrica (da bilionésima parte do metro) e resíduos de biomassa – mostraram ser capazes de remover petróleo bruto e outros tipos de óleo, como de motor de navios, com mais de 80% de eficácia.

Os resultados do projeto da Unifesp, desenvolvido com apoio da FAPESP, serão testados em experimentos de campo no Ceará. O objetivo é avaliar

gás natural veicular

Um grupo de pesquisadores do Research Centre for Gas Innovation (RCGI), um Centro de Pesquisa em Engenharia (CPE) constituído pela FAPESP e a Shell, está testando gás natural veicular (GNV) em um veículo híbrido movido a gasolina.

No veículo foram instalados dois tanques de gás, cada um com 7,5 metros cúbicos (m³). Nos testes preliminares, o híbrido modificado pelos engenheiros fez 22 quilômetros (km) por litro de gasolina. Já com o GNV, em circuito urbano, o veículo rodou 28 km com 1 m³ de gás natural.

“O veículo já tem um consumo muito baixo de gasolina, mas o consumo de GNV foi ainda menor”, disse o professor Julio Meneghini, diretor científico do RCGI

nióbio

O Brasil é o maior produtor mundial de nióbio, concentrando aproximadamente 98% das reservas ativas do planeta. Utilizado na composição de ligas metálicas, principalmente de aço de alta resistência, esse elemento químico tem um espectro de aplicações tecnológicas quase ilimitado, que vai de telefones celulares a turbinas de aviões. Mas praticamente toda a produção brasileira é destinada à exportação, na forma de commodity.

Outra substância de que o país dispõe em grande quantidade, mas pouco usa, é o glicerol, um subproduto de reações de saponificação de óleos ou gorduras na indústria de sabões e detergentes ou de reações de transesterificação na indústria de biodiesel. Neste caso, a situação é até pior, porque o glicerol é,

Agma Traina

Sistemas computacionais sofisticados, capazes de armazenar, indexar, analisar e dar sentido a grandes conjuntos de dados não processáveis por softwares tradicionais, poderão se tornar ferramentas essenciais para apoiar a tomada de decisão na área médica.

Pesquisas direcionadas a esse objetivo têm sido conduzidas pelo Grupo de Bases de Dados e de Imagens (GBdI) do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP) em São Carlos. O tema foi abordado pela professora Agma Traina, em palestra apresentada na FAPESP Week France.

“Um dos maiores desafios no campo da Ciência da Computação é integrar, organizar e aproveitar grandes volumes de dados multimodais de plataformas diversificadas para impulsionar processos de tomada de decisão.