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Esteta
Do Grego αισθητές
(aisthetés)
("aquele que sente")

Algumas definições

Especialista ou com conhecimentos profundos em estética.
Alguém que aprecia a beleza e a arte.
Pessoa que aprecia e pratica o belo como valor essencial.
Crítico, escritor que se dedica ao estudo da estética.

Tecnologia

Pesquisas em eletrônica orgânica devem ser ampliadas com novo Instituto
Por Esteta Beleza e Arte
Tecnologia
07/01/2009 01:19

A eletrônica orgânica (EO) é uma área relativamente nova da eletrônica que visa a produção de dispositivos eletrônicos e optoeletrônicos semicondutores a partir de moléculas orgânicas, ou seja, moléculas compostas principalmente de carbono e hidrogênio. Com o intuito de desenvolver a pesquisa e produção de novos materiais na área de EO, foi criado recentemente o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Eletrônica Orgânica (INEO) sediado no Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e coordenado pelo professor Roberto Mendonça Faria. <br /><br />Atualmente, alguns produtos da EO encontram-se em estado avançado de desenvolvimento, entre eles as telas luminosas e os “displays” de computadores e televisão. Essa tecnologia é baseada em OLEDs (Organic Light-Emitting Diode, em inglês, ou Diodo Orgânico Emissor de Luz). Como o próprio nome diz os OLEDs são moléculas orgânicas que emitem luz ao serem atravessadas por uma corrente elétrica. As telas de OLED são mais leves e consomem menos energia do que as telas de LCD. <br /><br />Contudo, como comenta o professor Faria, os trabalhos do INEO não estão focados somente na pesquisa com os OLEDs, mas também no desenvolvimento de outras tecnologias ligadas à EO, como o desenvolvimento de “dispositivos conversores de energia” que poderiam ser usados, por exemplo, no desenvolvimento de células solares orgânicas, utilizando um princípio de aproveitamento da luz solar parecido com o da fotossíntese. Outra área muito promissora da EO é a de sensores de biossistemas, que encontraram muitas aplicações em medicina, na agricultura e ao meio-ambiente. Biossistemas é o nome dado as cadeias naturais de moléculas orgânicas. <br /><br />O INEO deve trabalhar na pesquisa com dois tipos de moléculas orgânicas, as naturais, ou seja, desenvolvidas a partir de moléculas orgânicas encontradas na natureza como as proteínas e até mesmo o DNA, e as moléculas orgânicas sintéticas, produzidas em laboratório. <br /><br />Projetos e divulgação científica <br />De acordo com o projeto de constituição do INEO, os trabalhos do Instituto se desenvolverão em três eixos: “Dispositivos eletrônicos e opto-eletrônicos de materiais sintéticos”, “Biossistemas e biossensores”, e “Difusão Científica”. <br /><br />O primeiro trata do desenvolvimento de novas técnicas e aprimoramento das atuais para a utilização da EO em aparelhos eletrônicos como o caso dos displays. A área de biossistemas pesquisará a aplicabilidade dos biopolímeros, espécie de plástico encontrado nos seres vivos, no setor de sensores de gás, líquidos e de luz. <br /><br />Sobre a parte de difusão científica o professor comenta que o objetivo é principalmente “divulgar a eletrônica orgânica nas escolas de ensino médio e fundamental por meio de palestras com nossos pesquisadores e de uma página específica na internet que será desenvolvida a partir do futuro site do INEO.” Para realização desta área de difusão dos projetos do Instituto, dois núcleos já estão formados, um no Instituto de Estudos Avançados de São Carlos (IEASC) da USP, e outro na Pontifícia Universitária Católica de São Paulo (PUC-SP). <br /><br />Haverá ainda o desenvolvimento de disciplinas de pós-graduação na área de EO com o intuito de formar novos profissionais preparados para o trabalho e a pesquisa no setor. Atualmente, já existem disciplinas de EO em cursos de pós-graduação do IFSC e da área de Engenharia Elétrica da Escola Politécnica (Poli) da USP, além de outras universidades pelo País. <br /><br />Estrutura <br />Diversos grupos de pesquisas farão parte do INEO, não só da USP, e também não somente no estado de São Paulo. Serão 32 grupos ou laboratórios que colaborarão com desenvolvimento de pesquisas na área de EO envolvendo 16 universidades diferentes de nove estados brasileiros. Somente na USP colaborarão com o projeto, além do IFSC, o Instituto de Física (IFUSP), a Poli, o IEA e o Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE). <br /><br />Além dos grupos de pesquisa ligados às universidades, o INEO também contará com a colaboração do Centro de Dispositivos Orgânicos (Cedo), ligado ao Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). O objetivo é o desenvolvimento de pesquisas na área de certificação de dispositivos para facilitar a criação de projetos industriais na área de EO. <br /><br />Sobre a estrutura física o professor comenta que boa parte já está pronta devido à experiência anterior do Instituto Multidisciplinar de Materiais Poliméricos (IMMP), um dos extintos Institutos do Milênio. Dessa forma o INEO “já conta com laboratórios consolidados, além de laboratórios e grupos de pesquisa emergentes deste novo projeto”, explica Faria.<br /><br />Rodrigo Martins <br />rodrigo.barros.martins@usp.br<br />

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Prêmio presidencial
Por Esteta Beleza e Arte
Tecnologia
07/01/2009 01:12

A astrofísica Merav Opher, professora do Departamento de Física e Astronomia da Universidade George Mason, nos Estados Unidos, acaba de ganhar o principal prêmio do governo norte-americano para jovens cientistas: o Presidential Early Career Award for Scientists and Engineers (Pecase). <br /><br />Graduada pelo Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), Merav fez toda a sua pós-graduação no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da mesma universidade: mestrado em 1993, doutorado em 1996 e pós-doutorado em 1999, os três como bolsista da FAPESP. <br /><br />O prêmio foi atribuído à cientista por seu “trabalho fundamental sobre a evolução de ondas de choque e camadas não-lineares de plasma associadas ao vento solar”. <br /><br />De acordo com Merav, que recebeu o prêmio do presidente George W. Bush na Casa Branca, a citação atribuída a ela pela comissão da honraria indica que o seu trabalho foi agraciado pelo pioneirismo em uma área ainda pouco estudada. <br /><br />“Minha linha de pesquisa envolve duas áreas: o estudo de ondas de choque no Sistema Solar e a aceleração de partículas neste sistema e no espaço interestelar. São fenômenos importantes para o clima espacial e poucos os estudaram na mesma perspectiva”, disse à Agência FAPESP. <br /><br />Merav, que é filha de Reuven Opher, professor titular do Departamento de Astronomia do IAG-USP, conta que, recentemente, fez diversas descobertas demonstrando que o Sistema Solar é distorcido por um campo magnético externo. <br /><br />Utilizando um código de simulação magneto-hidrodinâmico tridimensional altamente sofisticado, ela conseguiu fazer simulações sobre o efeito de ondas de choque e camadas duplas de plasma na borda do Sistema Solar, explicando alguns resultados observados pelas sondas Voyager. <br /><br />“Acho que essas descobertas deram credibilidade aos meus estudos sobre os choques perto do Sol. Consegui mostrar que o efeito dos campos magnéticos é fundamental”, afirmou. <br /><br />O prêmio Pecasa, criado em 1996 pelo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia do governo norte-americano, tem o objetivo de apoiar o conhecimento gerado por jovens que se destacam em carreiras independentes de pesquisa em várias áreas do conhecimento. O prêmio é concedido anualmente pela Casa Branca, seguindo recomendações das principais agências do país, como a National Science Foundation. <br /><br />No Brasil, Merav estudou os efeitos de campos magnéticos no Universo, mas não a física espacial focada em choques. “Entrei nessa linha depois de ir para a UCLA [Universidade da Califórnia em Los Angeles], onde trabalhei com o Grupo de Plasma. Ali, passei ao estudo detalhado de processos de plasma associados à ejeção de massa da coroa solar e ao vento solar”, contou. <br /><br />Na tese de doutorado, estudou o efeito de flutuações de plasma no espectro de corpo negro do universo primordial. Posteriormente, passou a investigar o efeito dessas flutuações nas taxas de reações nucleares em plasmas estelares e foi convidada, em 1999, para integrar o grupo da UCLA. Entre 2001 e 2005, trabalhou no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, no Instituto de Tecnologia da Califórnia. <br /><br />No momento, a pesquisadora continua trabalhando com os efeitos do campo magnético nas áreas médias do Sistema Solar. “E estou estudando, com meus alunos, os efeitos próximos ao Sol e suas conseqüências sobre o ambiente no entorno da Terra. Há pouquíssimos cientistas estudando os efeitos de plasma e campos magnéticos nessa perspectiva”, disse. <br /><br />A pesquisadora, que também se dedica a desenvolver novos modelos computacionais, explica que sua área de atuação se situa na interligação entre tecnologias digitais, física, astrofísica e plasma. <br /><br />“O que eu considero fascinante nesses temas é poder estudar tudo isso utilizando computadores. As sofisticadas modelagens numéricas podem ser usadas em experimentos em conjunção com novas abordagens teóricas e dados observacionais”, destacou.<br /><br />Fábio de Castro <br />Agência FAPESP

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Multilaser lança Pen Drive que reproduz músicas no formato MP3
Por Esteta Beleza e Arte
Tecnologia
06/01/2009 02:12

A Multilaser inova mais uma vez e lança no país um novíssimo modelo de Pen Drive de 4 GB que além de contar com ampla memória para o armazenamento de dados é capaz de reconhecer automaticamente e reproduzir músicas no formato MP3.<br /><br />“O lançamento traz muita praticidade, entretenimento e economia para o usuário, pois concilia toda a utilidade de um Pen Drive de 4 GB - com muito espaço para gravar os dados do trabalho, lazer e estudos - à diversão gerada por um aparelho MP3”, enfatiza Reinaldo Paleari, coordenador de Produtos da Multilaser.<br /><br />A novidade da Multilaser destaca-se ainda por ser muito leve, pesa apenas 8 gramas, e compacta, medindo 52.5 x 20 x 11.4 mm, ou seja, é muito fácil de levar para todos os lugares. O lançamento oferece vários outros atrativos como a interface USB de alta velocidade para o carregamento de informações, a bateria interna e o fone de ouvido com cabo retrátil. <br /><br />Disponível na cor preta, o Pen Drive 4 GB com Função MP3 da Multilaser tem o preço médio sugerido para o consumidor final de R$ 84,50 (valor válido para dezembro de 2008), e é ideal para uso nos sistemas operacionais Windows 98 / SE / ME / 2000 / XP e VISTA. <br />

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Duas novas empresas serão incubadas com tecnologias da EMBRAPA
Por Esteta Beleza e Arte
Tecnologia
30/12/2008 01:13

Foram selecionadas mais duas empresas a serem incubadas com tecnologias da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa: La do Sítio, em Fortaleza-CE, e Prisma Agroindustrial, em Cuiabá-MT. Ambas consolidam o novo modelo de incubação de agronegócios adotado pela Embrapa no qual uma tecnologia desenvolvida em uma Unidade da Empresa é disponibilizado para utilização em qualquer ponto do País onde existam incubadoras de empresas que mantenham convênios de parceria com a Embrapa.<br />A La do Sítio vai produzir mandioca-palha, chips de mandioca e mandioca-palito em Fortaleza (CE) usando tecnologias desenvolvidas pela Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical (Cruz das Almas-BA) em parceria com a incubadora PADETEC e com a participação da Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza-CE). O período de pré-incubação está previsto para seis meses e ainda em 2009 será iniciada a fabricação e comercialização dos produtos. Inicialmente será atendido o mercado cearense, mas há planos de expansão para o Nordeste e o restante do País. O contrato de incubação será assinado em janeiro.<br />Já a Prisma Agroindustrial vai produzir amaranto e seus derivados. O amaranto é um pseudo cereal originário da Cordilheira dos Andes introduzido no Brasil pela Embrapa Cerrados (Brasília-DF) e que já tem um cultivar lançada: BRS Alegria. O amaranto tem boas propriedades nutricionais, podendo ser utilizado como grão ou farinha. Entretanto, sua principal característica é a ausência de glúten, o que o torna indicado para o consumo dos portadores da doença celíaca.<br />A estimativa é que existam, no Brasil, cerca de 3 milhões de celíacos (que têm graus variados de intolerância ao glúten), que têm no amaranto alternativa saudável para alimentação na forma de grãos, pães, macarrões, bolos, biscoitos e outros pratos que utilizem farinhas em sua preparação. A empresa ficará instalada na multi-incubadora Arca, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e vai produzir amaranto em grão, semente e farinha e derivados na cidade de Sorriso (incubação a distância). A expectativa é de que o plantio em escala comercial seja realizado por volta de setembro ou outubro do ano que vem, seguindo a safra agrícola regional. <br /><br />O Proeta - programa de incubação de agronegócios da Embrapa - busca realizar a transferência de tecnologias e produtos desenvolvidos pelas diversas Unidades da Embrapa, ou que estão em fase final de desenvolvimento, para empresas que venham a finalizá-los e comercializá-los. O Programa resulta de um convênio assinado pela Embrapa com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com apoio do Fundo Multilateral de Investimento (Fumin). Desde 2004, esse programa vinha sendo operacionalizado em cinco unidades-piloto. A partir de 2007, o Programa ganhou dimensão nacional com a expansão para todas as Unidades de Pesquisa da Embrapa.<br /><br />Nesta nova fase do Proeta, são Unidades Coordenadoras Regionais: a Embrapa Amazônia Oriental (Norte), a Embrapa Agroindústria Tropical (Nordeste), a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Centro-Oeste), a Embrapa Gado de Leite (Sudeste) e a Embrapa Suínos e Aves (Sul). A coordenação nacional do Programa está a cargo da Assessoria de Relações Internacionais (ARI) e a Assessoria de Inovação Tecnológica (AIT) executa a coordenação técnica. Atualmente há 22 convênios firmados com incubadoras parceiras de todo o País e 9 empresas pré-selecionadas e 10 incubadas com tecnologias da Embrapa.<br />A coordenação do Programa está desenvolvendo esforços para que, mesmo após finalizado o financiamento do Proeta pelo BID em 2009, a incubação de agronegócios se torne uma das estratégias institucionais de inovação na Embrapa.<br /><br />Informações relativas ao Programa, às tecnologias disponíveis e às incubadoras parceiras podem ser obtidas na página eletrônica www.sct.embrapa.br/proeta.<br />

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E-Commerce, por onde devo começar para ter um?
Por Esteta Beleza e Arte
Tecnologia
29/12/2008 01:38

Uma questão comum entre muitas empresas é quando deve iniciar um e-commerce. Essa tomada de decisões é um passo baseado em informações que normalmente o empresário já tem. Quanto maior o número de experiências sobre determinado assunto, maior a possibilidade de acerto ao decidir sobre o tema.<br /><br />E quando se fala de internet, como se deve agir? Da mesma forma, porém como quem está para decidir pode não ter experiência sobre o assunto, o ideal é procurar especialistas. E aí vem outro passo não menos importante.<br /><br />Onde achar especialistas e em qual área? Com o forte crescimento da internet e em especial do e-commerce, muitas empresas, independente de porte ou segmento se questionam sobre abrir o leque ou não, idem para pessoas físicas.<br /><br />Veja algumas alternativas possíveis: <br /><br />.Usar um software gratuito à disposição na internet;<br /><br />.Usar um software gratuito vinculado a algum provedor de hospedagem;<br /><br />.Uma das opções acima procurando uma empresa de criação digital para ter um layout diferenciado;<br /><br />.Os 03 itens acima procurando uma empresa especializada em sistemas web para colocar novas funcionalidades de acordo com a necessidade da empresa e do público alvo;<br /><br />.Pagar aluguel do software de e-commerce para uma empresa que já tenha soluções desenvolvidas, que normalmente tem um valor fixo, mais uma variável por visitação, venda, etc;<br /><br />.Contratar uma empresa especializada em criação digital e outra de sistemas web para fazer uma ferramenta própria;<br /><br />.Contratar uma empresa especializada para criar uma solução completa de criação digital e sistemas web.<br /><br />Depois de todas essas alternativas, pensar em uma estratégia de divulgação para quando a solução estiver pronta, e novamente buscar empresas complementares ou uma única empresa que reúna todas as soluções juntas.<br /><br /><br />O que se deve fazer então? Avaliar possibilidade de investimento, retorno, grau de evolução do negócio, escalabilidade da solução apresentada, clientes e cases, entre outros e sobretudo a capacidade de divulgação da empresa a ser contratada para a alternativa escolhida.<br /><br />Artigo assinado por: Valdiney Victor Viçossi - Presidente/CEO da<br />Agência VM2 Interatividade Digital - www.vm2.com.br.

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