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Esteta
Do Grego αισθητές
(aisthetés)
("aquele que sente")

Algumas definições

Especialista ou com conhecimentos profundos em estética.
Alguém que aprecia a beleza e a arte.
Pessoa que aprecia e pratica o belo como valor essencial.
Crítico, escritor que se dedica ao estudo da estética.

Saúde

O que é Cefaléia – Há Cura?
Por Esteta Beleza e Arte
Saúde
06/01/2009 02:47

Cefaléia é sinônimo de dor de cabeça e esse termo engloba todas as dores de cabeça existentes. Portanto enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia ou dor de cabeça da coluna ou cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite e outros são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça.<br /><br />Se você tem dores de cabeça freqüentes, saiba que há mais para ser feito do que somente controlar as crises quando elas ocorrem. <br /><br />As cefaléias são divididas em primárias e secundárias.<br />As cefaléias primárias mais comuns são: enxaqueca e cefaléia em salvas. Outras formas menos comuns de cefaléia primaria incluem a hemicrania continua, a cefaléia nova diária e persistente, cefaléia do esforço, cefaléia da tosse, cefaléia por estímulo frio, hemicrania paroxística crônica.<br />Algumas das causas da cefaléia:<br />- tensão muscular;<br />- enxaqueca;<br />-cefaléia em salvas(períodos curtos de 1 hora, porém intensas)<br />- Hipertensão arterial<br />- problemas oculares<br />- problemas dos seios da face<br />- tumor cerebral;<br />- infecção cerebral<br />- meningite<br />- hemorragia<br />- Sífilis<br />- tuberculose<br />- câncer...dentre outros.<br /><br />É possível reduzir a freqüência e a intensidade das crises e torná-las mais responsivas aos medicamentos, através de um tratamento preventivo. A maioria dos pacientes obtém melhora significativa dentro de poucos meses.<br /><br />Prof. Especialista Alexandre Vieira<br />Sócio-Diretor da Evolution – Cursos para Preparação Profissional. <br />Prof. Universitário / Educação Física – Cref. 3.123 <br />Pós-graduado em Bases Fisiológicas e Metodológicas do Treinamento Desportivo – UNIFESP<br />Contato: vieira76@ig.com.br<br />

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Chocolate, chá e vinho: uma boa combinação para vitaminar o cérebro
Por Esteta Beleza e Arte
Saúde
06/01/2009 01:28

<br />Já temos boas evidências de que o consumo moderado de álcool assim como o de chá está associado a um menor risco de declínio cognitivo em idades mais avançadas. No caso do chocolate amargo, as pesquisas sobre seu efeito sobre o cérebro ainda estão engatinhando, mas já foi demonstrado que ele pode aumentar o fluxo sanguíneo cerebral. O que esses três alimentos têm em comum? Todos são ricos em flavonóides, micronurientes encontrados nos vegetais e que são poderosos antioxidantes. <br /><br />Uma nova pesquisa publicada recentemente no Journal of Nutrition investigou o efeito desses três alimentos sobre o desempenho cerebral. Mais de 2 mil noruegueses com idade entre 70 e 74 anos foram submetidos a testes cognitivos e a um questionário sobre hábitos alimentares incluindo o consumo dos três alimentos pesquisados. E o resultado foi que indivíduos que consumiam vinho, chocolate ou chá apresentavam melhores scores nos testes cognitivos. Essa associação foi dose dependente (> consumo > efeito), foi independente para cada um dos alimentos, mais expressiva no caso do vinho, e mais expressiva ainda em indivíduos que consumiam regularmente os três alimentos. <br /><br />Boa receita para o cérebro, né? Um cálice de vinho tinto à refeição, um pedacinho de chocolate amargo na sobremesa e um chá verde antes de sair da mesa. Pra melhorar, só se tiver um peixinho rico em Omega 3 como prato principal.<br /><br />Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB) e dedica-se ao jornalismo científico. É também titular do Blog "ConsCiência no Dia-a-Dia" e consultor do Grupo Athena.

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Tratamento preventivo melhora a vida de pacientes com hemofilia
Por Esteta Beleza e Arte
Saúde
06/01/2009 00:52

Brasília - O hemofílico que aplica a medicação antes de ter uma hemorragia tem uma vida praticamente normal. Ele fica protegido por 24 horas e caso sofra uma lesão o sangue coagula rapidamente. É o caso do professor de educação física Thiago Félix, de 21 anos. Ele faz o tratamento preventivo, e hoje luta kung fu. "Posso fazer quase tudo, é só aplicar o medicamento antes de me submeter a uma situação de risco", afirmou.<br /><br />No Brasil, pessoas hemofílicas como Thiago são raridade. Apenas, o Distrito Federal oferece essa forma de tratamento. No restante do país, a terapia é de emergência, ou seja, o paciente só usa a medicação quando já está sangrando.O portador da doença não tem no corpo uma proteína que estanca a hemorragia. A hemofilia atinge praticamente os homens que herdam a doença dos pais. Os constantes sangramentos provocam artroses que podem levar a amputação de braços e pernas. <br /><br />O analista de informática, Bruno Gonçalves, de 22 anos, faz o tratamento de emergência, tem cinco artroses e está perdendo o movimento do braço esquerdo. Segundo ele, os problemas físicos são constantes. "Convivo com dores o tempo inteiro. Para dirigir, só uso carro automático e com direção hidráulica", disse.<br /><br />Segundo a médica hematologista da rede pública de saúde do Distrito Federal, Jussara Almeida, se o Brasil utilizasse a prevenção o país economizaria, em relação ao tratamento de emergência, porque evitaria gastos com internações, próteses e aposentadorias. "Hoje um paciente de emergência custa ao governo R$ 230 mils por ano, quem faz a prevenção não gasta mais que R$ 80 mil", informou.<br /><br />Jussara Alameida disse ainda que existe um medicamento alternativo que substitui o plasma no tratamento do hemofílico. "Há um outro medicamento feito em laboratório que copia a estrutura do sangue e a reproduz sem precisar do plasma e por isso é sempre comercializado. É mais caro. Mas a médio prazo sai mais barato para o governo e o paciente tem mais qualidade de vida", disse.<br /><br />O Ministério Público entrou com uma ação no Tribunal de Contas da União, TCU, para que o Ministério da Saúde utilize o medicamento produzido em laboratório e troque o tratamento de emergência pela prevenção.<br /><br />Sandra Amaral <br />Repórter da TV Brasil

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Pesquisa abre caminho para diagnóstico mais eficiente para a leishmaniose visceral
Por Esteta Beleza e Arte
Saúde
31/12/2008 00:19

A leishmaniose visceral (LV), doença que atinge o fígado, o baço e a medula óssea, pode levar à morte, e é considerada negligenciada, ou seja, não existe interesse da indústria farmacêutica de investir em soluções para diagnóstico, prevenção ou tratamento. Trata-se de um flagelo para o qual a ciência ainda não encontrou solução. Agora, os resultados de uma pesquisa feita por equipes da Fiocruz em Pernambuco e na Bahia, respectivamente, abrem boas perspectivas de resposta à doença: foram identificadas sete proteínas que podem servir para a fabricação de um teste diagnóstico rápido para a leishmaniose visceral (LV), além de abrir a possibilidade de uma vacina. A novidade pode beneficiar muitos brasileiros: de acordo com dados do Ministério da Saúde, foram registrados 3.433 casos de LV em 2006.<br /><br />A descoberta está sendo registrada na forma de patente junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) e, de acordo com os pesquisadores, pelo menos três das sete proteínas recém identificadas podem ser utilizadas em um kit de diagnóstico semelhante aos testes rápidos de gravidez. “Se conseguirmos alcançar esse objetivo, poderemos produzir, com Biomanguinhos (outra unidade da Fiocruz), testes que poderão ser empregados, principalmente, em campo, tanto no diagnóstico em cães, que são o principal reservatório do parasito causador da leishmaniose visceral (a Leishmania chagasi), como em humanos”, explica o pesquisador visitante da Fiocruz Pernambuco Franklin Magalhães. A identificação das proteínas resultou de um longo trabalho, no qual participaram pesquisadores e estudantes dos dois centros de pesquisa.<br /><br />Os testes diagnósticos elaborados com um número pequeno de proteínas do parasito causador da leishmaniose visceral, como as proteínas identificadas pela Fiocruz, deverão ser mais sensíveis e específicos se comparados aos métodos de diagnóstico empregados atualmente na rede de saúde do Brasil, o de imunoflorescência indireta e o Elisa. Além disso, esses dois métodos consomem tempo de trabalho e demandam equipamentos especializados para serem realizados. As proteínas identificadas podem ser produzidas em larga escala usando-se métodos de engenharia genética e ainda serem usadas para a elaboração de um teste rápido que permite o diagnóstico da doença humana ou a identificação da infecção no cão em poucos minutos e sem a necessidade do uso de equipamentos adicionais. <br /><br />Testes realizados com as proteínas identificadas podem reduzir bastante o risco de se diagnosticar erradamente casos de outras doenças como sendo de leishmaniose, devido à reação cruzada com outros parasitos, a exemplo do Trypanosoma cruzi, causador da doença de Chagas, que é um parasito da mesma família da Leishmania. Um kit rápido para uso no diagnóstico da infecção canina seria útil para o desenvolvimento dos trabalhos de vigilância epidemiológica e propiciaria, de acordo com os pesquisadores, a tomada de medidas de controle mais rápida, por parte das autoridades sanitárias. No caso do diagnóstico da doença humana, um kit rápido pode reduzir a duração entre o período de suspeita e o diagnóstico definitivo e, por isso, permitirá o pronto tratamento do paciente.<br /><br />A perspectiva é que, com o fim dos testes, que continuam sendo realizados, as proteínas possam testadas no formato de um kit de diagnóstico rápido em três anos. O projeto  vem sendo desenvolvido pelos pesquisadores da Fiocruz Bahia Lain Pontes de Carvalho, Washington Luís Conrado dos Santos e Geraldo Gileno de Sá Oliveira, e pelo pesquisador da Fiocruz Pernambuco Osvaldo Pompílio de Melo Neto.<br /><br />Antígenos também são testados para obtenção de vacina<br /><br />Parte das proteínas identificadas - e que poderão ser usadas para a elaboração  do um teste diagnóstico - foram selecionadas como o objetivo inicial de se desenvolver uma vacina contra leishmaniose visceral canina. Visando o desenvolvimento da vacina, já foram realizados experimentos em camundongos e em cães e os resultados, até o momento, segundo Gileno, mostram que alguns protocolos de imunização resultam na indução de resposta imune adequada contra proteínas do parasito causador da enfermidade, o Leishmania chagasi.<br /><br />Em camundongos, os resultados mais satisfatórios foram obtidos quando são injetados, nos animais, o DNA (plasmídeo) que codifica uma das proteínas e, depois disso, a proteína associada a um adjuvante (saponina). Tentativas também foram feitas utilizando uma das proteínas e um agente imunomodulador, denominado interleucina 12 (IL-12). <br /><br />“Um dos antígenos contra o qual a resposta imune foi avaliada, tem uma parte que é única e outra parte com segmentos com padrão repetitivo. Em breve, vamos avaliar a resposta imune de animais após a administração somente da parte sem padrão repetitivo”, adianta o pesquisador. Em cães, por sua vez, foram realizados dois experimentos. No segundo, observou-se uma resposta do tipo que, em princípio, é protetora, porém de fraca intensidade, quando foi injetado um plasmídeo que codifica a proteína e, em seqüência, a proteína. Em breve, os animais imunizados serão infectados com o parasita para se medir o nível de proteção. <br /><br />Gileno explica que a Leishmania chagasi tem cerca de 8 mil genes e, portanto, é capaz de produzir cerca de 8 mil proteínas. Provavelmente várias delas, talvez de 50 a 100, isoladas ou combinadas, podem ser útil para induzir a resposta imune do tipo protetora. A opção por iniciar a investigação para obtenção da vacina para cães deve-se ao fato de o animal ser o principal reservatório do protozoário nas Américas. Em áreas endêmicas, de 70% a 80% dos cães estão infectados. Além disso, a maioria deles volta a desenvolver a doença após o tratamento, caso a medicação seja suspensa, mesmo sendo levados para áreas não endêmicas.<br /><br />“Buscamos criar um estado de proteção nestes animais a ponto de impedir a transmissão  do parasito para o inseto vetor”, diz o pesquisador, que não acredita que uma vacina contra protozoários seja algo impossível. “Para que se possa desenvolver uma vacina contra a leishmaniose visceral canina há a necessidade de se fazer investimento com aporte de recursos financeiros. Além disso, seria mais fácil alcançar o objetivo de se desenvolver uma vacina no Brasil se tivéssemos muito menos burocracia”, acrescenta. Os projetos contam com financiamento da Rede Nordeste de Biotecnologia (Renorbio) e do Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Insumos para Saúde (PDTIS) da Fiocruz.<br /><br />Bruna Cruz<br />Agência FIOCRUZ

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Memopausa aumenta os riscos para saúde dos ossos
Por Esteta Beleza e Arte
Saúde
29/12/2008 01:01

<p>A partir dos 40 anos, a diminuição na produção de um importante hormônio feminino pode gerar graves problemas,muitas vezes irreversíveis <br /><br />Não há como evitar: todas as mulheres um dia chegam a uma fase da vida em que inevitavelmente terão que lidar com significativas mudanças físicas e psicológicas. Com maior ou menor intensidade, elas passam a sentir calores inesperados, mudanças recorrentes de humor, disfunções de sono e cansaço. Estes são alguns dos sinais mais evidentes da chegada da menopausa, época caracterizada pela última manifestação das funções ovarianas, ou seja, a última menstruação. <br /><br />Para muitas mulheres o processo da menopausa começa silenciosamente depois dos 40, geralmente entre 45 e 55 anos. Nesta fase os níveis de estrógenos, hormônio feminino produzido no ovário, começam a diminuir e provocam mudanças no ciclo menstrual, até encerrar totalmente. O estrogênio começa a ser produzido na adolescência sendo o responsável pelo aparecimento dos sinais sexuais na mulher, pela textura da pele feminina, pela distribuição de gordura e está relacionado ao equilíbrio entre as gorduras no sangue. Além disso, é ele que fixa o cálcio nos ossos. "A ausência do estrógeno no organismo faz com que as taxas de cálcio fiquem deficientes, o que gera um grave problema na pós-menpausa, a osteoporose", explica o Dr.Nilson Roberto Melo Ginecologista, Presidente da Federação Brasileira das Associações de ginecologia e Obstetrícia. <br /><br />A doença é marcada pela redução da quantidade e da qualidade da massa óssea e é nos cinco primeiros anos após a menopausa que essa perda acontece mais rapidamente. A osteoporose é a principal causa de fraturas por baixo impacto. "As principais lesões ocorrem na coluna, no quadril e nos pulsos e podem levar a diversas complicações como dores crônicas, dificuldade para locomoção e, conseqüentemente, deterioração da qualidade de vida do paciente", diz o Dr. Nilson. O diagnóstico é feito através da densitometria óssea, um exame simples e indolor que pode ser descrito como uma "radiografia" do corpo. "A densitometria pode ser feita a partir da menopausa, como uma das formas de prevenção", diz o especialista.<br /><br />Embora não tenha cura, o problema é tratável. "As fraturas podem ser evitadas com a combinação de mudanças no estilo de vida e tratamentos médicos. Na terapia à base de remédios, os tratamentos evoluíram muito nos últimos anos. Comprimidos que eram tomados diariamente, hoje já podem ser tomados a cada semana e até mensalmente, como o ibandronato de sódio", diz o ginecologista e assistente de ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC, Dr. Luciano Pompei.<br /><br />A prevenção começa desde cedo. Ter uma dieta rica em cálcio desde a infância, manter atividade física regular, evitar o uso de álcool e fumo certamente são ações que poderão garantir uma "reserva óssea" para quando o corpo precisar. Quanto maior for essa "reserva", menor a probabilidade de desenvolver a osteoporose. "A mulher que está na menopausa ou já passou por ela deve ficar tranqüila e não temer as dificuldades. Com os cuidados certos é possível encarar uma nova fase da vida com bastante saúde", diz Dr. Luciano Pompei.</p><p>Foto: damien van holten </p>

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