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Version 2.03

Esteta
Do Grego αισθητές
(aisthetés)
("aquele que sente")

Algumas definições

Especialista ou com conhecimentos profundos em estética.
Alguém que aprecia a beleza e a arte.
Pessoa que aprecia e pratica o belo como valor essencial.
Crítico, escritor que se dedica ao estudo da estética.

Poesia e Literatura

Vai hífen ou não?
Por Esteta Beleza e Arte
Poesia e Literatura
07/01/2009 01:10

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa é o destaque da quarta edição da revista Linguasagem, publicação eletrônica do Departamento de Letras e do Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).<br /><br />Proposto pela Comunidade dos Povos de Língua Portuguesa (CPLP), o acordo pretende uniformizar a ortografia dos países falantes do idioma: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.<br /><br />O especial da revista traz artigos como “O acordo ortográfico: uma questão de política linguística”, de José Luiz Fiorin, do Departamento de Linguística da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, e “Um panorama da evolução do registro da língua portuguesa”, de Elis de Almeida Cardoso, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da mesma faculdade.<br /><br />“Sempre a ortografia” é o artigo de Sírio Possenti, do Departamento de Linguística da Universidade Estadual de Campinas.<br /><br />Luiz Carlos Cagliari, professor da Universidade Estadual Paulista, é o entrevistado na edição. O texto é uma reprodução da entrevista publicada em 29 de agosto de 2007 pela Agência FAPESP, na qual Cagliari discute o Acordo Ortográfico entre os países de língua portuguesa. Link para ler a entrevista, http://www.agencia.fapesp.br/materia/7667 ).<br /><br />Linguasagem: www.letras.ufscar.br/linguasagem<br />Agência FAPESP

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Biblioteca digital dispõe documentos dos últimos 500 anos
Por Esteta Beleza e Arte
Poesia e Literatura
03/01/2009 01:16

Cerca de 1.200 documentos da cultura portuguesa dos últimos cinco séculos vão estar disponíveis a partir de 8 de janeiro na Biblioteca digital Luís de Camões, anunciou o Instituto Camões.<br /><br />A biblioteca já abrigava importantes documentos históricos, mas de acesso restrito.<br /><br />A partir do dia 8, passarão a estar acessíveis, sem restrições, cerca de 1.500 testemunhos culturais, incluindo textos literários, pautas musicais, ensaios, poemas e estudos científicos. <br /><br />Também estarão disponíveis para consulta textos de grandes autores portugueses falecidos há mais de 70 anos, com obras de domínio público.<br /><br />Para o Instituto Camões, "esta nova ferramenta em linha revela-se de importância decisiva para uma comunidade lingüística com mais de 220 milhões de falantes e também para um número crescente de pessoas que, em todo o mundo, se interessam pela cultura portuguesa e que pretendem estudar o português".<br /><br />Argumenta ainda a instituição que "os dados conhecidos sobre a circulação do livro português nos Palop [Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa] reforçam a extrema necessidade de uma ferramenta com estas características que, em articulação com os centros culturais e centros de língua portuguesa, poderá potenciar em grande medida o acesso à cultura portuguesa escrita". <br /><br />O Instituto Camões é um organismo autônomo do Ministério português das Relações Exteriores.<br /><br />Foto: Osama Hasan Khan<br />Agência Lusa

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Texto de qualidade
Por Esteta Beleza e Arte
Poesia e Literatura
30/12/2008 01:24

<p>Há quem afirme que não houve teatro de boa qualidade no Brasil durante o período colonial. O uso de técnicas teatrais teria fins didáticos apenas, como o teatro de catequese produzido pelo padre José de Anchieta. Em um caminho inverso, o livro O Teatro no Século 18 – Presença de António José da Silva, o Judeu afirma, que havia, sim, um teatro em formação no Brasil Colônia e que ele não se limitava apenas à catequese.<br /><br />A obra que acaba de ser lançada reúne ensaios divididos em dois principais blocos. O primeiro está centrado no teatro produzido não só em Portugal e no Brasil, mas também na França e na Itália. No segundo, os textos destacam e celebram o tricentenário de nascimento de António José da Silva (1705-1739), conhecido como o “Judeu”.<br /><br />A coletânea foi organizada por Renata Soares Junqueira e Maria Gloria Cusumano Mazzi, professoras da Faculdade de Ciências e Letras (FCLAr) da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), em Araraquara. De acordo com Renata, o livro é o resultado da 4ª Semana de Estudos Teatrais, realizada na FCLAr em 2005, quando se homenageou o autor nascido no Rio de Janeiro e morto precocemente em Lisboa, vítima da perseguição da Inquisição.<br /><br />“Na história do teatro português, ele é, com certeza, o mais importante comediógrafo depois de Gil Vicente, no século 16, e antes de Almeida Garrett, no século 19. Mas se trata de um autor brasileiro que os brasileiros ainda não descobriram”, disse Renata à Agência FAPESP.<br /><br />Se o espaço dedicado a Silva nos cursos de letras das universidades nacionais é ainda muito pequeno, nos cursos de artes cênicas a presença do autor é ainda menor. “Isso não se justifica de maneira nenhuma. Precisamos conhecer melhor esse grande autor”, afirmou.<br /><br />Segundo ela, havia um teatro no Brasil colonial que era fundamentalmente de intenção didática e de catequese, feito pelos padres jesuítas, para auxiliar na conversão dos índios ao catolicismo. Mas já havia também um teatro para a nobreza e para a burguesia que por aqui se estabeleciam. “Esse teatro ‘culto’, digamos assim, era o mesmo que se cultivava na metrópole, isto é, era importado da França, da Itália e da Espanha”, disse Renata.<br /><br />“Estavam muito em voga, nos tempos de D. João 6º, na primeira metade do século 18, as requintadas e caras óperas italianas, destinadas aos cortesãos, gente nobre e endinheirada. As classes populares não tinham acesso aos palácios e teatros opulentos nos quais essas óperas eram representadas. Pois está nisso, justamente, a grande novidade e o grande interesse das óperas cômicas produzidas por António José da Silva”, apontou.<br /><br />O comediógrafo parodiava as óperas italianas em seus textos, que eram escritos em prosa entremeada de canções. O Judeu reproduzia, segundo Renata, as luxuosas óperas que tanto sucesso faziam na corte portuguesa com poucos recursos.<br /><br />“Suas óperas, produzidas com pouco dinheiro, foram concebidas para serem representadas por marionetes e a elas podia ter acesso a gente simples, do povo, que logo começou a encher a sala do Teatro do Bairro Alto, em Lisboa, onde as peças eram representadas. Ali, o Judeu apresentou personagens que eram verdadeiras caricaturas da nobreza daquela época e que falavam em um estilo que também se revela uma caricatura da linguagem empolada e sofisticada que se cultivava nos tempos do Barroco”, disse.<br /><br />Segundo a pesquisadora, o autor fazia uma paródia do Barroco e da tradição da poesia cultista, além de uma crítica muito fina e penetrante das instituições dominantes em Portugal – tardiamente barroco – na época de D. João 6º.<br /><br />“Ele já ameaçava abrir as portas de Portugal ao pensamento liberal que o iluminismo viria a introduzir no país posteriormente, na segunda metade do século 18, com a chegada do marquês de Pombal ao poder”, explica ao destacar que Silva morreu antes, em 1739, em auto-de-fé da Inquisição de Lisboa. <br /><br />Vida e obra<br /><br />Segundo Renata, António José da Silva era de família judia convertida à força ao cristianismo. Vivia no Rio de Janeiro quando os pais foram levados presos para Lisboa, onde foram submetidos a diversos interrogatórios e torturas. Ele e os irmãos também seguiram posteriormente para Portugal e por lá ficaram. Ingressou no Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, casou-se com uma jovem cristã-nova e começou a fazer sucesso teatral na década de 1730.<br /><br />“Sua primeira ópera cômica, intitulada Vida do Grande D. Quixote de la Mancha e do Gordo Sancho Pança, é de 1733. Quando se representou a sua última ópera, Precipício de Faetonte, em 1738, já estava preso nos cárceres da Inquisição [no Palácio dos Estaus, em Lisboa] e dali só saiu para ser executado, em um auto-de-fé, em outubro de 1739. Foi garroteado e queimado em praça pública”, disse.<br /><br />Alguns escritores do romantismo, como Gonçalves de Magalhães, no Brasil, e Camilo Castelo Branco, em Portugal, transformaram o comediógrafo em personagem de ficção no século 19, salientando os aspectos trágicos da sua biografia.<br /><br />“Isso estimulou muitos estudos e especulações sobre a sua trajetória biográfica, sobre a sua ascendência judaica e sobre as suas relações pessoais. Com isso, a sua obra teatral, propriamente dita, acabou ficando em segundo plano. É o verdadeiro valor dessa obra que temos que resgatar”, apontou.<br /><br />Renata conta que está em desenvolvimento na Unesp, em Araraquara, uma pesquisa sobre a vida e a obra de António José da Silva cujos resultados estarão disponíveis em breve no site da FCLAr. Ali já constam duas óperas cômicas compostas pelo autor: Vida do Grande D. Quixote de la Mancha e do Gordo Sancho Pança e Esopaida ou Vida de Esopo, de 1734.<br /><br />“Até abril de 2009 pretendemos disponibilizar mais seis óperas, oferecendo aos interessados no teatro desse autor o conjunto completo das oito óperas que ele compôs. Além disso, o site oferece diversas informações sobre a vida de António José da Silva, sobre a Inquisição em Portugal e no Brasil”, explicou.<br /><br />•O Teatro no Século 18 – Presença de António José da Silva, o Judeu<br />Autoras: Renata Soares Junqueira e Maria Gloria Cusumano Mazzi (Organizadoras)<br />Lançamento: 2008 <br />Preço: R$ 25<br />Páginas: 184<br />Mais informações: www.editoraperspectiva.com.br </p><p>Por Alex Sander Alcântara<br />Agência FAPESP<br /></p>

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Livro desvenda as origens da "Revolução dos Aiatolás"
Por Esteta Beleza e Arte
Poesia e Literatura
23/12/2008 00:52

No final do ano de 1978, o mundo assistia perplexo à primeira revolução televisionada ao vivo em um Irã espremido entre a autocracia, a corrupção e anseios modernizadores. Um espetáculo surpreendente: as ruas das principais cidades do Irã eram inundadas por uma população enfurecida que exigia a saída do Xá Mohamemed Reza Pahlevi. Uma revolução exemplar: apresentava as variáveis definidoras de nossa época e dos perigos e desafios que enfrentamos. <br /><br />Em A Revolução Iraniana, lançamento da Editora Unesp que integra a Coleção Revoluções do Século 20, Osvaldo Coggiola apresenta uma análise histórica, religiosa, social, política e econômica desta região conturbada desde tempos imemoriais e que guarda uma das maiores reservas de petróleo do mundo. <br /><br />Além das intervenções russa e britânica, no começo do século XX, e posteriormente da norte-americana, Coggiola elenca os motivos que tinha a população iraniana para derrubar o regime comandado pelo Xá, entre eles, a vertiginosa desigualdade social, seu posicionamento frente a questões religiosas e a repressão selvagem levada a cabo pela polícia política, a Savak. No entanto, o que mais chama a atenção é como o processo é modificado quando a ação passa da burguesia nativa para o proletariado: na revolução passada em "tempo real" para o mundo, o povo que oferecia seu peito às balas era inspirado pelos ensinamentos de um personagem religioso do século VII, o profeta Maomé. <br /><br />Todo esse processo abriu o caminho para a ascensão do aiatolá Ruhollah Khomeini e alterou o equilíbrio no Oriente Médio, gerando resquícios em outros países como a Arábia Saudita. Coggiola chama atenção para as múltiplas raízes históricas e políticas que ficam ocultas quando a simplificação racionalista qualifica a revolução iraniana de islâmica, apresentando-a como um evento basicamente reacionário. Por isso, a necessidade também de se entender as contradições de um páis complexo, assim como uma visão geopolítica mais abrangente, oferecendo por fim um contraponto à atual visão apresentada na cruzada mundial contra o "terrorismo islâmico".<br /><br /><br />Sobre o autor - Osvaldo Cogiolla é graduado em História pela Universite de Paris VIII (1977) e em Economia também pela Universite de Paris VIII (1979). Atualmente é professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e professor nos cursos de jornalismo e economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie. <br /><br />Sobre a Coleção Revoluções do Século 20 - A Revolução Iraniana é o décimo livro da Coleção Revoluções do Século 20, organizada e dirigida pela historiadora Emília Viotti da Costa. A nova coleção pretende montar um quadro amplo das revoluções contemporâneas e já conta com títulos: A Revolução Boliviana, A Revolução Salvadorenha, A Revolução Alemã, A Revolução Chinesa, A Revolução Cubana, A Revolução Guatemalteca, As Revoluções Russas e o Socialismo Soviético, A Revolução Nicaragüense e A Revolução Vietnamita.<br /><br />Título: A Revolução Iraniana<br />Autor: Osvaldo Coggiola<br />Número de páginas: 152<br />Formato: 10 x 19 cm<br />Preço: R$ 20<br />ISBN: 978-85-7139-826-9<br /><br />Os livros da Fundação Editora da Unesp podem ser adquiridos pelo site www.editoraunesp.com.br ou telefone (11) 3242-7171. <br /><br />Site: www.pluricom.com.br<br />

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Rumo ao interior
Por Esteta Beleza e Arte
Poesia e Literatura
17/12/2008 02:04

<p>Um dos grandes desafios para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) é a distribuição geográfica dos profissionais e serviços de saúde, ainda fortemente concentrados nas regiões Sul e Sudeste. Compreender esse desafio e fornecer subsídios para enfrentá-lo são os objetivos do livro Rumo ao interior: médicos, saúde da família e mercado de trabalho, recém-lançado pela Editora Fiocruz. Os autores são dois pesquisadores da Fiocruz: Maria Alice Fernandes Branco e Romulo Maciel Filho, ex-diretor da Fiocruz Pernambuco e hoje assessor especial do ministério da Saúde, José Gomes Temporão, que assina o prefácio da obra.</p><p>O primeiro capítulo do livro discute os fatores que conformaram o atual cenário da distribuição dos médicos no Brasil, abordando encontros e desencontros entre o mercado de trabalho e a oferta desses profissionais nas regiões do país. Entre os muitos dados apresentados, estatísticas do Conselho Federal de Medicina (CFM) mostram que, em 2007, havia um médico para cada 1.583 habitantes do Maranhão, enquanto essa proporção era de um para 275 no Rio de Janeiro.<br /><br />Essa distribuição desigual dos médicos reflete outros problemas: a concentração dos serviços de saúde e das escolas médicas nas regiões economicamente mais favorecidas. Das 119 escolas existentes no Brasil em 2006, 67% estavam no Sul e Sudeste. E mais: das escolas na região Sudeste, 75% eram localizadas em São Paulo e Rio de Janeiro. Assim, os médicos continuam concentrados no Sul e Sudeste, apesar da expansão dos postos de trabalho no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Nestas três regiões, aliás, os percentuais de médicos que exerciam quatro ou mais atividades profissionais ultrapassavam os 25% em meados dos anos 90.  <br /><br />“Esse cenário acarreta um grande desafio para a política de saúde, especialmente no momento em que se tenta reformular e humanizar o modelo assistencial. Com o objetivo de examinar como o país vem lidando com esse problema, vale a pena conhecer as estratégias e alternativas já empregadas”, dizem os autores, abrindo caminho para o segundo capítulo do livro, que analisa as intervenções, iniciadas na década de 60, para fixar médicos e outros profissionais no interior do país.<br /><br />São quatro os programas analisados: o Projeto Rondon, o Programa de Interiorização das Ações de Saúde e Saneamento (Piass), o Programa de Interiorização do SUS (Pisus) e o Programa de Interiorização do Trabalho em Saúde (Pits). Este último, por constituir a iniciativa mais recente do Ministério da Saúde nesse campo e possuir características inéditas, é avaliado em detalhes no terceiro capítulo do livro.<br /><br />O Pits cobriu 272 municípios, sobretudo das regiões Nordeste e Norte, mas também do Cetro-Oeste e do norte de Minas Gerais. Nesses municípios, prevaleciam a baixa renda e a baixa escolaridade, associada a uma infra-estrutura urbana de serviços também precária. Dos médicos que se inscreveram no Pits entre 2001 e 2003, cerca de 90% desistiram antes de irem para os municípios de lotação. Ao longo do capítulo, o perfil dos médicos envolvidos com o Pits é traçado com transcrições de depoimentos e cerca de 30 tabelas.<br /><br />Na pesquisa, foi perguntado aos médicos o que eles consideraram satisfatório no programa, sendo que a atuação profissional junto às comunidades carentes foi, no geral, a opção mais assinalada. Os resultados também revelaram que, para a maioria, a experiência de ter participado do Ptis foi positiva em termos profissionais e pessoais. Para os rumos futuros do programa, os médicos apostam na manutenção do programa com aperfeiçoamentos constantes.<br /><br />Por fim, o quarto capítulo do livro busca repensar as políticas e estratégias direcionadas à distribuição e fixação de médicos no Brasil. “A gestão do SUS impõe o enfrentamento do problema da má distribuição e fixação de médicos, o que exige que as questões referentes à condução do trabalho e da educação na saúde sejam colocadas no mesmo grau de importância da descentralização, do financiamento e do controle social”, dizem os autores.<br /><br />Eles recomendam que “o enfrentamento do problema integre a agenda do Estado e seja tratado no âmbito dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, como parte do plano de desenvolvimento econômico e social do país”. Também consideram pertinente a Política Nacional de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde e destacam a importância de ouvir os profissionais de saúde, a população, os gestores, as instituições de ensino e pesquisa e as entidades de classe. “A finalidade é identificar, segundo a percepção desses atores, os nós críticos e recomendações para que as estratégias de intervenção governamental possam apresentar maior eficácia e adesão”, concluem.<br />Fernanda Marques</p><p>Agência Fiocruz </p>

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