Aprovada lei que reduz custo para registro de imóveis de interesse social |
Por Esteta Beleza e Arte |
Arquitetura |
06/01/2009 03:09

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Fotógrafo Sérgio Guerra retrata as etnias de Angola em nova exposição |
Por Esteta Beleza e Arte |
Artes Plásticas |
06/01/2009 01:52
![Pela primeira vez as fotos de Guerra serão comercializadas com parte da renda destinada à Associação Salvador Negroamor<br /><br />Mwangole - Gente de Angola. Este é o título da nova exposição do fotógrafo e publicitário Sérgio Guerra, que será inaugurada no dia 8 de janeiro, às 20h30, na Galeria do Olhar, no Trapiche Adelaide, em Salvador, permanecendo até o dia 7 de fevereiro. No dia da abertura, das 19h às 20h, será realizado um bate-papo com o fotógrafo. Esta é a primeira mostra de Guerra depois da mega exposição ao ar livre Salvador Negroamor, que colocou painéis por toda a cidade com retratos da população negra de Salvador e de Angola, em 2007.<br /><br />Desta vez, o diferencial não será o impacto da grandiosidade, mas sim o fato de que, pela primeira vez, o trabalho de Guerra estará à venda. Parte da renda obtida será destinada à Associação Salvador Negroamor, que apóia e subsidia projetos de ONGs que trabalham com a população afrodescendente na capital baiana.<br /><br />Serão expostas 23 imagens, registradas durante viagens de Guerra por províncias do interior do país, mostrando três grupos étnicos angolanos, os Kuvale (Mukubais) e Himba (Muimbas), subgrupos étnicos da etnia dos Herero e os Muílas, que pertencem ao grupo etno-linguístico dos Nyaneka-Nkumbi. Ambas são tribos ancestrais que preservam costumes e tradições culturais marcantes até os dias atuais. A idealização da mostra é de Alessandra Silvestre Guerra. As fotos serão acompanhadas por textos assinados pelo escritor angolano José Mena Abrantes, atual assessor de imprensa do presidente de Angola.<br /><br />Dez cópias de cada foto em exposição, com cerca de 80cm x 80cm, cada, serão comercializadas durante o período da mostra. A produção é da Focus Agência e Fotografia em parceria com a Maianga Produções. A Galeria do Olhar [www.galeriadoolhar.com.br] fica no Trapiche Adelaide - Praça Tupinambás, 2, Comércio. O horário de visitação é das 14h às 20h, de segunda a sexta-feira, e das 18h às 22h, aos sábados.<br /><br />SOBRE SÉRGIO GUERRA<br /><br />Fotógrafo, publicitário e produtor cultural, Sérgio Guerra é baiano e angolano por opção. Nascido em Recife, morou em São Paulo e no Rio de Janeiro, até se fixar na Bahia nos anos 80. A partir de 1998, passou a viver entre Salvador e Luanda, onde desenvolve um programa de comunicação para o Governo de Angola. Em suas constantes viagens pelo país, testemunha momentos decisivos da luta pela paz e reconstrução, constituindo um dos mais completos registros fotográficos das 18 províncias angolanas. Este acervo propiciou a publicação dos livros Álbum de família, Duas ou três coisas que vi em Angola, Nação coragem e Parangolá.<br /><br />Através da Maianga Produções Culturais, empresa que estabeleceu em Salvador e Luanda, tem investido constantemente no intercâmbio entre os dois países. As exposições Lá e Cá (2006) e Salvador Negroamor (2007) são alguns dos exemplos mais representativos deste trabalho de aproximação entre os dois lados do Atlântico. As duas iniciativas obtiveram grande repercussão pelo caráter inovador e criativo no uso do espaço urbano: Lá e Cá, foi realizada dentro da Feira de São Joaquim, tendo as bancas dos comerciantes como suporte da exposição; Salvador Negro Amor, toda ela dedicada às pessoas que vivem na periferia da cidade, destacou-se como a maior exposição fotográfica a céu aberto que se tem registro até hoje.<br /><br />ETNIAS RETRATADAS<br /><br />KUVALE (MUKUBAL) E HIMBA (MUIMBA) <br />Os Kuvale (Mukubais) e os Himba (Muimba) pertencem ao grupo étnico dos Herero, assim como os Ndombe, os Hakahona e os Dimba. Os Herero teriam chegado ao atual território de Angola por volta do século XV, fazendo parte de uma expansão Bantu de cultura pastoril, iniciada muitos séculos antes a partir do Leste do continente. Eles ocupam cerca de metade da província do Namibe e continuam a manter traços culturais bastante característicos, como a criação de gado, a limagem dos dentes, a recusa de comer peixe, o sistema das classes de idade (''kula's '') etc.<br /><br />NYANEKA-NKUMBI (MUÍLA) <br />Os Nyaneka-Nkumbi vivem no planalto do Sudoeste de Angola, com uma unidade étnica e uma coesão lingüística bem definidas. Dez 'tribos'' compõem este grupo étnico, sendo os Nyaneka (que se subdividem em Muíla e Ngambwe), os Nkumbi e os Ndongona as principais. A região que ocupam é de uma densidade demográfica bastante fraca. Os povos Nyaneka-Nkumbi são muito apegados às suas tradições e lugar de origem, o que explica o fato de terem sido os últimos na região a entrar em contato e a adaptar-se à vida urbana.<br /><br />O que: Exposição Mwangole - Gente de Angola<br />Quando: 8 de janeiro a 7 de fevereiro de 2009<br />Onde: Galeria do Olhar (Trapiche Adelaide - Salvador)<br />Horários: 14h às 20h, de segunda a sexta-feira, e das 18h às 22h, aos sábados<br />Visitação gratuita](fotos-noticias/c868e07a8656f36eea1572b2f411.thumb.jpg)
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As manchas faciais podem ser evitadas no verão,aprenda como cuidar da sua pele |
Por Esteta Beleza e Arte |
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Buscando o rejuvenescimento através da Bioplastia |
Por Esteta Beleza e Arte |
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Por Esteta Beleza e Arte |
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A terapia manual é uma forma eficaz de tratamento provida por fisioterapeutas |
Por Esteta Beleza e Arte |
Fisioterapia |
07/01/2009 01:45
![Thomas Deeg B.HSc Phty., M.Phty. (Manip)<br /><br />Introdução<br /><br />Com o aumento do custo e da competição dentro do sistema de saúde, é importante que os fisioterapeutas realizem tratamentos efetivos e baseados em evidências. A terapia manual é uma das poucas terapias usadas por fisioterapeutas que foi extensivamente pesquisada. O propósito desse artigo é sucintamente delinear uma porção das pesquisas clínicas e laboratoriais disponíveis ao fisioterapeuta no que concerne o tratamento das disfunções cervicais e lombares.<br /><br /><br />Coluna cervical<br /><br />Os efeitos analgésicos da terapia manual foram estudados em indivíduos normais e em pacientes com dor cervical. Wright (2000) revisou a literatura sobre a terapia de mobilização e seus efeitos neurofisiológicos em pacientes com dor cervical e epicondilalgia lateral. Ele encontrou fortes evidências para uma analgesia induzida pela terapia manual que ocorre rapidamente após a manipulação, demonstra uma distribuição somatotópica e também um efeito analgésico cumulativo com a repetição do tratamento (1). Vicenzino et al (1998) investigaram os efeitos de uma técnica de deslizamento lateral cervical no segmento C5/6 sobre a percepção da dor e na função autonômica. Eles encontraram uma forte correlação entre o efeito analgésico e simpatoexcitação (2). Num estudo recente, Marinzeck e Souvlis (2001) também encontraram um efeito similar na função autonômica após uma manipulação (thrust) cervical (3). Essa interação entre a percepção da dor e a função autonômica oferece uma confirmação indireta de que a terapia manual provê um estímulo adequado para se ativar os sistemas inibitórios de dor descendentes que se projetam do mesencéfalo (1,2).<br />Um estudo recente, apropriadamente elaborado, controlado e randomizado demonstrou a eficácia clínica da terapia manual/manipulativa para as disfunções da coluna cervical (4). Jull (2001) comparou um programa específico de exercícios, terapia manual e terapia manual e exercícios combinados em pacientes com dores de cabeça cervicogênicas, encontrando uma redução significante nas dores de cabeça nos grupos terapia manual e exercícios, sendo que estes benefícios foram mantidos por um período de 12 meses.<br /><br />Coluna lombar<br /><br />A terapia manual para a coluna lombar mostrou ser capaz de provocar um efeito neurofisiológico. Dishman e Bulbalian (2000) encontraram que uma manipulação (thrust) e mobilização lombosacral significantemente suprimiam a atividades neuronal alfa-motora, como medida pela amplitude do reflexo de Hoffman nos gastrocnemius (5). Tem sido postulado que a manipulação e a mobilização da coluna reduzem a dor e o espasmo pós-lesão (5).<br />A eficácia clínica da terapia manual para a dor lombar foi pesquisada usando estudos controlados e randomizados. Um grande número de revisões sistemáticas e guias de tratamento para a dor lombar também foram publicados. Shekelle et al (1992) da corporação RAND, completaram uma revisão sistemática e concluíram que a terapia manual acelera a recuperação de um episódio agudo de dor lombar e os pacientes que a receberam irão ter 34% a mais de melhora comparados com outros tratamentos conservativos (6). Bronfort (1999) utilizou uma análise estatística em estudos randomizados-controlados de boa qualidade e concluiu que a terapia manual para a dor lombar aguda provê um benefício de moderado a grande enquanto que a terapia manual para a dor lombar crônica tem um efeito moderado comparado ao placebo, cuidados médicos e eletro-terapia (7). Van Tulder et al (1997) realizaram uma revisão sistemática de estudos clínicos controlados-randomizados e concluíram que a terapia manual para a dor lombar crônica (> 6 semanas) provê um forte efeito benéfico comparado ao placebo e um moderado efeito benéfico comparado a cuidados médicos, repouso, analgésicos e massagem (8).<br />Em 1994, a Agência em Política e Pesquisa em Saúde nos USA, desenvolveu o Guia para Dor Lombar Aguda (< 3 meses) (9). Uma revisão extensa da literatura e uma análise crítica da mesma foi realizada. Eles encontraram evidências para apoiar o uso da terapia manual para a dor lombar aguda sem radiculopatia. O Guia para Dor Lombar Aguda da Nova Zelândia (1997) recomendou a terapia manipulativa nas primeiras 4 a 6 semanas de dor lombar (10). Também, o Royal College of General Practitioners (1996) afirmou que existem fortes evidências para apoiar o uso da manipulação na dor lombar aguda e sub-aguda e que ela provê uma melhora mais rápida na dor, no nível de atividade do paciente e maior satisfação deste do que outros tratamentos conservadores (11).<br /><br /><br />Conclusão <br /><br />A terapia manual que inclui um thrust manipulativo de alta-velocidade e baixa amplitude e mobilizações oscilatórias, tem se mostrado ser capaz de diminuir a dor e melhorar a função do paciente. Com a gama diversa de terapias alternativas disponíveis ao fisioterapeuta, é importante que este pratique uma terapia baseada em evidências. Apenas através de uma oferta de tratamentos efetivos e baseados em evidências pode a profissão fisioterápica continuar a melhor atuar e à se expandir no sistema de saúde atual. <br /><br /><br />1. Wright A. An evolving understanding of pain relief following Manual Therapy. Paper presented at: Paper presented at the Proceedings of the 7th Scientific Conference of the IFOMPT, 2000; University of Western Australia, Perth.<br />2. Vicenzino B, Collins D, Wright A. An investigation of the interrelationship between manipulative therapy-induced hypoalgesia and sympathoexcitation. Journal of Manipulative and Physiological Therapeutics 1998;21(7):448-53.<br />3. Marinzeck S, Souvlis T. Peripheral SNS effects following manipulation and mobilization of the cervical spine[Unpublished research - submitted to Pain]: University of Queensland; 2001<br />4. Jull G. The physiotherapy management of cervicogenic headache: a randomized clinical trial. [Unpublished Ph.D.]: University of Queensland; 2001.<br />5. Dishman J, Bulbulian R. Spinal reflex attentuation associated with spinal manipulation. Spine 2000;25(19):2519-25.<br />6. Shekelle P, Adams A, Chassin M, Hurwitz E, Brook R. Spinal manipulation for low-back pain. Annals of Internal Medicine 1992;117(7):590-98.<br />7. Bronfort G. Spinal manipulation: current state of research and its indications. Neurol Clin 1999;17(1):91-111.<br />8. van Tulder MW, Koes BW, Bouter LM. Conservative treatment of acute and chronic nonspecific low back pain. A systematic review of randomized controlled trials of the most common interventions. Spine 1997;22(18):2128-56.<br />9. Bigos S, Bowyer O, Braen G. Acute Low Back Pain Problems in Adults. Clinical Practice Guidelines no. 14. USA: Agency for Health Care Policy and Research; 1994.<br />10. Committee AatNH. New Zealand Low Back Pain Guide. Wellington: National Health Committee; 1997.<br />11. Waddell G, Feder G, McIntosh A, Lewis M, Hutchison A. Low back pain evidence review. London: Royal College of General Practitioners.; 1996.<br />](fotos-noticias/9da15bdd9846c0cec655a896d797.thumb.jpg)
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