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Esteta
Do Grego αισθητές
(aisthetés)
("aquele que sente")

Algumas definições

Especialista ou com conhecimentos profundos em estética.
Alguém que aprecia a beleza e a arte.
Pessoa que aprecia e pratica o belo como valor essencial.
Crítico, escritor que se dedica ao estudo da estética.

Destaques

Mobile banking: A tecnologia do momento
Por Esteta Beleza e Arte
Destaque
07/01/2009 01:30

<p>ão faz muito tempo que os bancos promovem o conceito do "banco em casa", que permite a realização de transações bancárias fora das agências. O crescimento da Internet permitiu, entretanto, a forte expansão deste conceito. Mas, agora ocorre uma outra revolução silenciosa na medida em que mais uma opção aparece no mundo das transações fora das agências: o mobile banking, que fornece acesso seguro e fácil a serviços bancários, a qualquer hora, em qualquer lugar, via celular.<br /><br />Pesquisas recentes comprovam que esta tecnologia está em franca ascensão. Estudo do Juniper Research, por exemplo, revela que o número anual global de transações de mobile banking vai passar de US$ 2,7 milhões, em 2007, para expressivos US$ 37 milhões em 2011. É uma previsão que já está mexendo com o mercado e isso pode ser facilmente explicada.<br /><br />Com o auto-atendimento pelo telefone celular, a chamada "terceira onda de automação bancária", os usuários estão a pouquíssimos passos de realizar qualquer transação financeira, acessar as contas dos bancos e do cartão de crédito, transferir fundos, consultar o extrato, pagar contas e recarregar créditos de celular, entre tantas outras.<br /><br />Essa oferta de serviços vai, nos próximos anos, aumentar e o acesso a ela se tornará, com certeza, mais seguro. Isso porque as empresas de tecnologia investem todo ano milhões de dólares em soluções de mobile banking para oferecer mais flexibilidade e praticidade móvel às operações bancárias, transformando o celular quase em uma agência.<br /><br />É a tecnologia a nosso serviço, sinalizando um futuro ainda mais promissor para o mobile banking nos vários cantos do mundo. Mas, e para o Brasil? O potencial aqui é muito grande e o auto-atendimento via celular vai seguir o mesmo caminho da telefonia móvel, popularizando-se até mesmo nas classes C e D. É aguardar para ver!</p><p>Por Henry Trejgier*</p><p>(*) Henry Trejgier, executivo é diretor de marketing para o segmento de Telecom da Gemalto para a América Latina<br /></p>

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Alerta Contra Conjuntivite
Por Esteta Beleza e Arte
Destaque
07/01/2009 01:24

Muito sol, água e areia. Esta é uma combinação perfeita para o aumento do número de casos de conjuntivite. É no verão que ocorre o maior registro da doença, causada principalmente pelo contato excessivo de cloro, protetores solares e bronzeadores.<br /><br />Segundo Dr. José Geraldo Pereira, oftalmologista do Inob, cerca de 20% dos casos da doença ocorrem nesta época do ano, já que a alta temperatura contribui para a proliferação de microorganismos nocivos à saúde. “Usar lubrificante é uma medida preventiva e muito eficiente. Além disso, evite coçar os olhos com as mãos e não passe protetor solar próximo à região”, recomenda. <br /><br />De acordo com o médico alguns cuidados são essenciais como lavar as mãos frequentemente, evitar coçar os olhos, lavar as mãos antes e após o uso de colírios e pomadas no olho, não usar lente de contato durante o período de irritação e quando estiver usando colírios e pomadas. “Sintomas como coceira, olhos vermelhos, sensibilidade à luz inchaço das pálpepras e secreção nos olhos denunciam a existência da conjuntivite”, explica.<br /><br />O contágio se dá pelo contato físico do olho com as mãos, com objetos e pelo uso de toalhas contaminadas. Em geral, atinge os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar seqüelas.<br /><br />Para aqueles que ainda vão viajar e aproveitar as praias, Dr. José Geraldo dá alguns conselhos. “O ideal é procurar um oftalmologista para ver como está a saúde ocular e quando estiver no lugar de destino esteja atento às condições de higiene, tome muita água e cuide da alimentação”, recomenda.<br />

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Rosto familiar
Por Esteta Beleza e Arte
Destaque
07/01/2009 01:08

A oxitocina, produzida pelo hipotálamo e segregada pela hipófise, induz as contrações do músculo uterino durante o parto e estimula a secreção de leite. Mas outras e eventuais funções – ou aplicações – do hormônio têm sido objeto de diversos estudos.<br /><br />Agora, uma nova pesquisa destaca seu papel no reconhecimento de rostos. O trabalho, publicado na edição desta quarta-feira (7/1) do The Journal of Neuroscience, aponta que a oxitocina é capaz de aumentar a capacidade de um indivíduo distinguir semblantes.<br /><br />Segundo os autores, participantes do estudo que receberem uma dose de oxitocina, aplicada por meio de spray nasal, mostraram uma melhoria no reconhecimento facial, mas não de objetos inanimados.<br /><br />“Reconhecer um rosto familiar é um componente fundamental para o sucesso da interação social entre humanos. Nosso estudo indicou que a oxitocina em humanos imediatamente fortaleceu a capacidade de reconhecer e discriminar rostos corretamente”, disse Peter Klaver, da Universidade de Zurique, um dos autores do estudo.<br /><br />Pesquisas anteriores feitas com camundongos verificaram que o hormônio tem papel importante na distinção de que outro animal é familiar. Mas, diferentemente dos humanos, que se apóiam na visão para o reconhecimento, os camundongos usam para isso o olfato.<br /><br />Os participantes foram divididos em dois grupos. O primeiro recebeu aplicações contendo oxitocina, e o segundo, placebo. Em seguida, os pesquisadores exibiram imagens de rostos e de objetos, como casas, esculturas ou paisagens.<br /><br />No dia seguinte, os voluntários foram submetidos a um teste surpresa. Foram mostradas imagens vistas no dia anterior e outras novas. Os participantes tiveram que classificar as cenas como novas, que estavam entre as apresentadas no dia anterior ou familiares – as quais conseguiam distinguir, mas sem recordar o contexto.<br /><br />Os voluntários que usaram o spray de oxitocina conseguiram perceber os rostos exibidos anteriormente com maior eficiência do que os demais. Entretanto, os dois grupos tiveram o mesmo aproveitamento com relação a imagens de objetos.<br /><br />Segundo os pesquisadores, o resultado, além do papel da oxitocina, indica a existência de mecanismos diferentes para a memória social e a não social.<br /><br />“O estudo mostrou que uma única dose de oxitocina é suficiente para aumentar a memória de reconhecimento para estímulos sociais. Os resultados apontam para um efeito imediato e seletivo do hormônio: o fortalecimento dos sistemas neuronais envolvidos na memória social”, disse Ernst Fehr, da Universidade de Zurique, na Suíça, em comentário sobre o estudo divulgado pela Society for Neuroscience, com sede nos Estados Unidos.<br /><br />“O estudo tem aplicações importantes em problemas como autismo, em que o processamento de informação social é prejudicado”, disse Larry Young, da Emory University, outro pesquisador que estuda os efeitos da oxitocina.<br /><br />The Journal of Neuroscience: www.jneurosci.org<br />Imagem: P.Sinha/MIT<br />Agência FAPESP

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Galáxia acelerada
Por Esteta Beleza e Arte
Destaque
06/01/2009 00:45

A Via Láctea é mais rápida, mais pesada e corre maior risco de colisão do que se imaginava. Segundo um novo estudo, feito por um grupo internacional de cientistas, a velocidade de rotação da galáxia é aproximadamente 165 mil quilômetros por hora superior à estimada em medidas anteriores.<br /><br />A diferença de velocidade é suficiente para fazer com que a massa seja 50% maior, aproximando-a ainda mais da vizinha galáxia de Andrômeda, segundo a pesquisa apresentada no 213º encontro da Sociedade Astronômica dos Estados Unidos, em Long Beach, na Califórnia, que termina no dia 8.<br /><br />“Deixaremos de pensar na Via Láctea como a irmãzinha de Andrômeda em nosso grupo local”, disse Mark Reid, do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, que apresentou o trabalho nesta segunda-feira (5/1).<br /><br />A maior massa implica um empuxo gravitacional superior, que, por sua vez, aumenta a chance de colisões com a galáxia de Andrômeda ou com outras menores.<br /><br />O Sistema Solar está a cerca de 28 mil anos-luz do centro da Via Láctea. Segundo as novas observações, o sistema se desloca a cerca de 990 mil km/h na órbita galáctica, mais do que a velocidade estimada até então, de 825 mil km/h.<br /><br />Os cientistas estão usando o Very Long Baseline Array (VLBA), um sistema de dez radiotelescópios distribuídos do Havaí ao Caribe capaz de produzir imagens extremamente detalhadas, para refazer o mapa da Via Láctea.<br /><br />“As novas observações com o VLBA têm resultado em medidas diretas de distâncias e de movimentos altamente acuradas. Diferentemente de estudos anteriores, essas medidas usam o método tradicional de triangulação e não dependem de qualquer tipo de inferência baseada em outras propriedades, como brilho”, disse Karl Menten, do Instituto Max Planck de Radioastronomia, na Alemanha, outro autor da pesquisa.<br /><br />“Essas medidas diretas têm alterado nossa compreensão da estrutura e dos movimentos de nossa galáxia. Por estarmos dentro dela, é difícil determinar sua estrutura. Em outros casos, temos que simplesmente olhar, mas não podemos fazer isso para a Via Láctea: é preciso medi-la e mapeá-la”, disse Menten.<br /><br />Os cientistas observaram na galáxia regiões de grande formação de estrelas. Em áreas dentro dessas regiões moléculas de gases ampliam as emissões de rádio, de forma semelhante à que os lasers ampliam os raios de luz. Essas áreas, chamadas masers cósmicos, servem como pontos de referência luminosos para as medidas feitas com o VLBA.<br /><br />Ao observar essas regiões repetidamente, quando a Terra está em lados opostos de sua órbita em torno do Sol, os astrônomos são capazes de medir a pequena alteração aparente na posição dos objetos em relação ao plano de fundo de objetos mais distantes. <br /><br />Quatro braços <br /><br />O VLBA é capaz de fixar posições no céu de modo tão exato que o movimento real dos objetos pode ser detectado à medida que eles orbitam o centro da Via Láctea. Ao adicionar medidas de movimentos ao longo da linha de visão, determinadas a partir de alterações na frequência da emissão de rádio de masers, os astrônomos podem determinar os movimentos completos, em três dimensões, das regiões que formam estrelas.<br /><br />“A maior parte das regiões que formam estrelas não segue um caminho circular à medida que orbita a galáxia. Em vez disso, verificamos que elas se movem mais lentamente do que outras regiões e em órbitas não circulares, mas elípticas”, afirmou Reid.<br /><br />Segundo os autores do estudo, isso pode ser atribuído às chamadas ondas de choque de densidade espiral, que acumulam gases em órbitas circulares, comprimem esses gases para formar estrelas e fazem com que eles entrem em uma órbita nova e elíptica. Isso ajudaria a reforçar a estrutura espiral.<br /><br />Ao medir as distâncias de regiões múltiplas em um único braço espiral da Via Láctea, os cientistas conseguiram calcular o ângulo do braço. “As medidas obtidas indicam que nossa galáxia tem não dois, mas quatro braços espirais de gases e poeira que estão formando estrelas”, disse Reid.<br /><br />Recentes estudos conduzidos a partir de observações com o telescópio espacial Spitzer apontaram que as estrelas mais velhas residem em dois braços espirais, o que levanta a questão de por que elas não estão em todos os braços. De acordo com os autores do novo estudo, para responder a essa pergunta será preciso fazer mais medidas e ter uma compreensão maior do funcionamento da Via Láctea. <br /> <br />Agência FAPESP

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Trabalho de profissionais evita abandono do tratamento de Aids
Por Esteta Beleza e Arte
Destaque
06/01/2009 00:43

L. L. de 24 anos, portadora do vírus HIV, estava há um ano sem tomar a medicação anti-retroviral, com faltas às consultas que resultaram em acentuado emagrecimento e constantes febres ao final do dia. Com histórico de internação devido à tuberculose associada ao HIV, J. F., de 62 anos, vinha tomando a medicação de maneira incorreta, tinha interrompido a terapia e mostrava desinteresse pelas consultas. Estes são casos de exemplos de abandono ao tratamento, ou falha terapêutica, que podem colocar a vida desses pacientes em risco. Ou seja, além de sofrer de uma doença severa, ao negligenciar o tratamento, o paciente enfrenta outros obstáculos, cujos riscos nem sempre são muito claros para eles.<br />Com o objetivo de recuperar a regularidade das consultas ambulatoriais de pacientes faltosos como D. L. L. e J.F., o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec) da Fiocruz está pondo em prática a consulta de enfermagem, uma proposta que visa a melhoria das condições do processo de saúde. Funciona assim: a equipe do Ipec faz uma busca de pacientes convivendo com HIV/Aids que não têm comparecido às consultas marcadas pelo médico. Identificados, os profissionais entram em contato com eles e os orientam sobre a importância da adesão ao tratamento.<br /><br />Durante a consulta, explicam que não faltar às consultas e tomar os remédios são medidas fundamentais para se evitar o aparecimento de doenças oportunistas. Também reforçam aspectos relacionados à prevenção da transmissão do vírus e ao uso correto da medicação e explicam sobre os efeitos colaterais dos medicamentos, como explica a enfermeira Maria José Queiroz Alvarenga Martins.<br /><br />Resultado: a estratégia está dando certo. Dos 200 pacientes identificados em situação irregular pelo programa da unidade,  80%, ou 160 deles, retomaram ao tratamento. A paciente D. L. L. está a um mês tomando a medicação e seguindo as orientações dadas pela consulta de enfermagem. “Começei a tomar os remédios há pouco tempo. Estou voltando a ganhar peso e as febres que tinha ao final do dia sumiram. Adoro essas consultas com as enfermeiras, pois tenho toda a explicação que preciso em relação a medicação, prevenção e saúde de pessoas que vivem com o vírus”, conta.<br /><br />Segundo a enfermeira Cleyde Bié Nagatsuka, o trabalho teve início este ano e os resultados são significativos. “Ampliamos os vínculos com esses pacientes, por meio da educação em saúde para aumentar o compromisso existente entre paciente, profissional de saúde e instituição.<br /><br />Muitas vezes, os pacientes estão desacreditados do seu status sorológico e, de forma equivocada, esquecem que vivem com o vírus. Pensam, também erradamente, que abandonar o tratamento é a melhor maneira para viver bem. Porém, as doenças oportunistas aparecem e os trazem de volta ao hospital”, adverte.<br /><br />Risco: soropositivos deixam de usar preservativos<br /><br />Os problemas não se limitam à descontinuidade das consultas ou a interrupção do tratamento. Muitos pacientes acreditam que, por serem portadores de HIV e se relacionarem com um parceiro soropositivo não há a necessidade do uso de preservativo. Eles são orientados a usá-lo, pois além do risco do desenvolvimento de resistência aos medicamentos anti-retrovirais, eles podem contrair outras doenças sexualmente transmissíveis, tais como hepatite e sífilis.<br /><br />“Explicamos que mesmo os soropositivos assintomáticos precisam fazer um acompanhamento clínico e laboratorial, principalmente o exame de contagem da célula TCD4, para verificar a necessidade de fazer uso ou não da terapia anti-HIV. Fazemos uma troca de saberes e informações visando à promoção do autocuidado”, relata Cleyde.<br /><br />“Relaxei o tratamento, o que acarretou em piora da minha saúde. Estou de volta às consultas médicas, tomando a medicação corretamente e seguindo as orientações dadas na consulta de enfermagem. Essas profissionais são como anjos na minha vida. O cuidado que recebo aqui é fundamental para eu continuar vivendo”, diz J.F.  “Aprendemos a ter consciência da doença, para viver com qualidade de vida”, completa.<br /><br />O modelo que agora chega à Fiocruz já foi implantado em vários países. Recentemente, na 7ª Conferência Brasil-Jonhs Hopkins University em HIV/Aids, foram apresentados resultados que demonstraram que a consulta de enfermagem resultou na melhoria na qualidade de vida de pacientes americanos convivendo com Aids. “Devemos estar empenhados em ouvir, interagir, conscientizar, adequar a linguagem e acolher o paciente”, diz a coordenadora do projeto, a enfermeira Rosângela Eiras.<br /><br />Isis Breves<br />Agência Fiocruz

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